‘Estou com vergonha de morar na PB’, diz pai de Luanna sobre decisão da Justiça

Com a dor de quem perdeu a filha Luanna Alverga, de 20 anos, supostamente assassinada com disparo de arma de fogo pelo próprio namorado, Yuri Ramos Coutinho Nóbrega, da mesma idade, o senhor Luís Antônio Ramalho, em entrevista à TV Correio, criticou a decisão da juíza Francilucy Rejane, que concedeu, nessa terça-feira (15), alvará de soltura do suspeito. “Eu fiquei indignado. Eu hoje estou com vergonha de morar na Paraíba”, declarou o pai da vítima. Confira vídeo abaixo.
Luís Antônio prosseguiu com críticas à magistrada: “Eu acho que ela não deve ter filho, nem neto, não deve ter um laço familiar para saber o quanto eu estou perdendo”, disse.
O pai de Luanna, em desabafo, também convoca a população a pressionar a Justiça: “Eu peço à sociedade para me ajudar. A cobrança tem que ser da sociedade. A Justiça tem que dar uma resposta positiva. Eu não entendo, eu sou leigo no assunto, mas eu queria que alguém da Justiça me desse uma explicação. Minha filha foi morta impiedosamente pelas costas. Eu entendo o lado da família dele também. Estão sofrendo, mas ele tem que pagar pelo que fez”.
O crime aconteceu durante uma festa na casa do suspeito, no bairro do Roger, na Zona Norte de João Pessoa, no dia 23 de julho. Em determinado momento, os namorados estavam conversando em um quarto e Luanna foi morta com um tiro de espingarda.
Com a dor de quem perdeu a filha Luanna Alverga, de 20 anos, supostamente assassinada com disparo de arma de fogo pelo próprio namorado, Yuri Ramos Coutinho Nóbrega, da mesma idade, o senhor Luís Antônio Ramalho, em entrevista à TV Correio, criticou a decisão da juíza Francilucy Rejane, que concedeu, nessa terça-feira (15), alvará de soltura do suspeito. “Eu fiquei indignado. Eu hoje estou com vergonha de morar na Paraíba”, declarou o pai da vítima. Confira vídeo abaixo.
Luís Antônio prosseguiu com críticas à magistrada: “Eu acho que ela não deve ter filho, nem neto, não deve ter um laço familiar para saber o quanto eu estou perdendo”, disse.
O pai de Luanna, em desabafo, também convoca a população a pressionar a Justiça: “Eu peço à sociedade para me ajudar. A cobrança tem que ser da sociedade. A Justiça tem que dar uma resposta positiva. Eu não entendo, eu sou leigo no assunto, mas eu queria que alguém da Justiça me desse uma explicação. Minha filha foi morta impiedosamente pelas costas. Eu entendo o lado da família dele também. Estão sofrendo, mas ele tem que pagar pelo que fez”.
O crime aconteceu durante uma festa na casa do suspeito, no bairro do Roger, na Zona Norte de João Pessoa, no dia 23 de julho. Em determinado momento, os namorados estavam conversando em um quarto e Luanna foi morta com um tiro de espingarda.