Enfermeiro alemão é acusado de matar 84 pacientes

enfermeiroUm enfermeiro alemão, já condenado à prisão perpétua em 2015 por matar dois pacientes e por tentar matar outros dois em uma clínica em Delmenhorst, na Baixa Saxônia, foi acusado nesta segunda-feira (28) de assassinar pelo menos outras 84 pessoas entre 2000 e 2005 utilizando doses excessivas de remédios para o coração.
Niels Högel, 40 anos, foi preso em fevereiro de 2015 pelo assassinato de dois pacientes que estavam na UTI no hospital de Delmenhorst, e por tentativa de assassinato de outros dois pacientes na clínica. Mas em junho de 2016, os investigadores alemães haviam adicionado outros nomes à lista de pacientes mortos por Högel, chegando até 33 pessoas. Um número que foi atualizado para 43, e agora para 84 mortes.
As novas revelações provêm de inquéritos que nunca tinham chegado à uma conclusão, além da análise de centenas de registros clínicos de hospitais onde Högel atuou. O chefe da polícia local, Johann Kuehme, afirmou que as autoridades têm provas de pelo menos 84 outros assassinatos após realizar autópsias nos cadáveres. Entretanto, as vítimas poderiam ser mais, porque alguns ex-pacientes foram cremados.
G1

enfermeiroUm enfermeiro alemão, já condenado à prisão perpétua em 2015 por matar dois pacientes e por tentar matar outros dois em uma clínica em Delmenhorst, na Baixa Saxônia, foi acusado nesta segunda-feira (28) de assassinar pelo menos outras 84 pessoas entre 2000 e 2005 utilizando doses excessivas de remédios para o coração.
Niels Högel, 40 anos, foi preso em fevereiro de 2015 pelo assassinato de dois pacientes que estavam na UTI no hospital de Delmenhorst, e por tentativa de assassinato de outros dois pacientes na clínica. Mas em junho de 2016, os investigadores alemães haviam adicionado outros nomes à lista de pacientes mortos por Högel, chegando até 33 pessoas. Um número que foi atualizado para 43, e agora para 84 mortes.
As novas revelações provêm de inquéritos que nunca tinham chegado à uma conclusão, além da análise de centenas de registros clínicos de hospitais onde Högel atuou. O chefe da polícia local, Johann Kuehme, afirmou que as autoridades têm provas de pelo menos 84 outros assassinatos após realizar autópsias nos cadáveres. Entretanto, as vítimas poderiam ser mais, porque alguns ex-pacientes foram cremados.
G1