Senador Raimundo Lira lamenta morte de Dom José Maria Pires e afirma: A Igreja perdeu um grande pastor

O senador Raimundo Lira (PMDB) manifestou profundo pesar pelo falecimento do Arcebispo Emérito da Arquidiocese da Paraíba, Dom José Maria Pires, ocorrido no último domingo, vítima de complicações de uma pneumonia. “A igreja perdeu um grande pastor”, afirmou Lira, ao destacar a atuação do sacerdote à frente da Igreja da Paraíba por quase três décadas (1966-1995).

‘Dom Pelé’, como ficou carinhosamente conhecido, nasceu no dia 15 de março de 1919, na cidade de Córregos (MG), filho de Eleutério Augusto Pires e Pedrelina Maria de Jesus. Foi ordenado Presbítero no dia 20 de dezembro de 1941, em Diamantina (MG). No dia 25 de maio de 1957 recebeu a Nomeação Episcopal, e a Sagração ocorreu no dia 22 de setembro de 1957, em Diamantina.

Antes de ser Bispo, Dom José foi Pároco de Açucena-MG (1943-1946); Diretor do Colégio Ibituruna em Governador Valadares-MG (1946-1953); Missionário Diocesano (1953-1955); e Pároco de Curvelo-MG (1956-1957). Atuou como Bispo em Araçuaí-MG (1957-1965), de onde veio para ser Arcebispo da Paraíba (1966-1995). Foi também membro da Comissão Central da CNBB e Presidente da Comissão Episcopal Regional-NE2.

Na biografia de Dom José destaca-se a sua atuação na época da Ditadura Militar, quando desenvolveu um trabalho pautado na conjunção da atividade religiosa com a defesa dos direitos humanos, com vistas à mudança social. Prestou apoio nos conflitos pela terra na Paraíba, defendendo camponeses de perseguições. E lutou contra a discriminação e o racismo, incentivando a organização e a luta dos afro-brasileiros. “Dom José foi verdadeiramente um herói, pelas posições firmes e corajosas que tomou, em plena ditadura militar”, afirmou Raimundo Lira.

Ao se despedir da Arquidiocese da Paraíba, em novembro de 1995, Dom José, usando as palavras do apóstolo Paulo, assim resumiu o seu episcopado. “Combati o bom combate, terminei minha carreira, guardei a fé” (2Tm 4,7). Lira lembrou as referências feitas pelo Padre José Comblin, segundo o qual, Dom José era homem de Igreja, que adotou a opção pelos pobres não somente com palavras, mas, sobretudo, na sua ação pastoral de cada dia.

Raimundo Lira finalizou citando nota da CNBB, que destacou o testemunho de vida de Dom José Maria Pires como um exemplo para todos nós. “A fidelidade à Igreja e a corajosa posição em favor dos mais desamparados sempre marcou passo a passo sua caminhada”, diz a entidade, destacando ainda que ele foi um extraordinário pastor no acompanhamento e promoção, na Igreja e na sociedade, das comunidades e da cultura religiosa afro-brasileira.

Assessoria de Imprensa
Gabinete do Senador Raimundo Lira – PMDB/PB

O senador Raimundo Lira (PMDB) manifestou profundo pesar pelo falecimento do Arcebispo Emérito da Arquidiocese da Paraíba, Dom José Maria Pires, ocorrido no último domingo, vítima de complicações de uma pneumonia. “A igreja perdeu um grande pastor”, afirmou Lira, ao destacar a atuação do sacerdote à frente da Igreja da Paraíba por quase três décadas (1966-1995).

‘Dom Pelé’, como ficou carinhosamente conhecido, nasceu no dia 15 de março de 1919, na cidade de Córregos (MG), filho de Eleutério Augusto Pires e Pedrelina Maria de Jesus. Foi ordenado Presbítero no dia 20 de dezembro de 1941, em Diamantina (MG). No dia 25 de maio de 1957 recebeu a Nomeação Episcopal, e a Sagração ocorreu no dia 22 de setembro de 1957, em Diamantina.

Antes de ser Bispo, Dom José foi Pároco de Açucena-MG (1943-1946); Diretor do Colégio Ibituruna em Governador Valadares-MG (1946-1953); Missionário Diocesano (1953-1955); e Pároco de Curvelo-MG (1956-1957). Atuou como Bispo em Araçuaí-MG (1957-1965), de onde veio para ser Arcebispo da Paraíba (1966-1995). Foi também membro da Comissão Central da CNBB e Presidente da Comissão Episcopal Regional-NE2.

Na biografia de Dom José destaca-se a sua atuação na época da Ditadura Militar, quando desenvolveu um trabalho pautado na conjunção da atividade religiosa com a defesa dos direitos humanos, com vistas à mudança social. Prestou apoio nos conflitos pela terra na Paraíba, defendendo camponeses de perseguições. E lutou contra a discriminação e o racismo, incentivando a organização e a luta dos afro-brasileiros. “Dom José foi verdadeiramente um herói, pelas posições firmes e corajosas que tomou, em plena ditadura militar”, afirmou Raimundo Lira.

Ao se despedir da Arquidiocese da Paraíba, em novembro de 1995, Dom José, usando as palavras do apóstolo Paulo, assim resumiu o seu episcopado. “Combati o bom combate, terminei minha carreira, guardei a fé” (2Tm 4,7). Lira lembrou as referências feitas pelo Padre José Comblin, segundo o qual, Dom José era homem de Igreja, que adotou a opção pelos pobres não somente com palavras, mas, sobretudo, na sua ação pastoral de cada dia.

Raimundo Lira finalizou citando nota da CNBB, que destacou o testemunho de vida de Dom José Maria Pires como um exemplo para todos nós. “A fidelidade à Igreja e a corajosa posição em favor dos mais desamparados sempre marcou passo a passo sua caminhada”, diz a entidade, destacando ainda que ele foi um extraordinário pastor no acompanhamento e promoção, na Igreja e na sociedade, das comunidades e da cultura religiosa afro-brasileira.

Assessoria de Imprensa
Gabinete do Senador Raimundo Lira – PMDB/PB