Preso em Pernambuco, acusado de estupro na Paraíba nega tudo e quer exame de DNA

O padrasto suspeito de estuprar e engravidar uma menina de apenas 10 anos cobrará exame de DNA da criança. Em entrevista ao Rádio Verdade, da Rádio Arapuan, o major Brito, da Polícia Militar de Pernambuco, afirmou que o suspeito está à disposição da Justiça.
“A gente fica no aguardo do pronunciamento dos juízes de Mangabeira e vai ser verificado que o mandato de prisão foi cumprido e que o preso se encontra a disposição deles,  no estado de Pernambuco e pronto para ser transferido”, explicou o PM.
Segundo ele os moradores da região fizeram a denúncia do local onde o homem se encontrava.  A prisão foi efetuada pela equipe ‘Malhas da Lei’, grupo da PM que trabalha à paisana.
“Se estivessem fardados com certeza o suspeito teria condição de fugir”, analisou o major.
O homem foi encontrado na casa de familiares. Inicialmente, ele negou ser a pessoa procurada pela Polícia, consentindo logo depois ser o suspeito. Segundo o major, ele já estava a seis meses em Recife.
O suspeito contesta os abusos. “Eu quero DNA pra provar”, afirmou o acusado. O padrasto da garota afirma que considerava a menina como filha. O suspeito fugiu e foi encontrado em Pernambuco. Segundo o homem, a fuga foi para proteção. “Eu sabia que se voltasse iam me matar”, revelou.
MaisPB
O padrasto suspeito de estuprar e engravidar uma menina de apenas 10 anos cobrará exame de DNA da criança. Em entrevista ao Rádio Verdade, da Rádio Arapuan, o major Brito, da Polícia Militar de Pernambuco, afirmou que o suspeito está à disposição da Justiça.
“A gente fica no aguardo do pronunciamento dos juízes de Mangabeira e vai ser verificado que o mandato de prisão foi cumprido e que o preso se encontra a disposição deles,  no estado de Pernambuco e pronto para ser transferido”, explicou o PM.
Segundo ele os moradores da região fizeram a denúncia do local onde o homem se encontrava.  A prisão foi efetuada pela equipe ‘Malhas da Lei’, grupo da PM que trabalha à paisana.
“Se estivessem fardados com certeza o suspeito teria condição de fugir”, analisou o major.
O homem foi encontrado na casa de familiares. Inicialmente, ele negou ser a pessoa procurada pela Polícia, consentindo logo depois ser o suspeito. Segundo o major, ele já estava a seis meses em Recife.
O suspeito contesta os abusos. “Eu quero DNA pra provar”, afirmou o acusado. O padrasto da garota afirma que considerava a menina como filha. O suspeito fugiu e foi encontrado em Pernambuco. Segundo o homem, a fuga foi para proteção. “Eu sabia que se voltasse iam me matar”, revelou.
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