Presidente do Stiupb condena volta do racionamento: “O pobre é quem sofre”

Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas na Paraíba (Stiupb), Wilton Maia Velez, a volta do racionamento de água em Campina Grande, de acordo com decisão de juiz federal, vai apenas penalizar a fatia mais pobre da sociedade, que tem dificuldades de armazenamento: “A classe mais abastada, incluindo políticos conhecidos da nossa cidade, vivem em apartamentos com água todo dia”.

“É um equívoco afirmar que o Açude Epitácio Pessoa (o Boqueirão) não tem condições de continuar abastecendo a cidade todos os dias. A transposição do São Francisco foi efetivada justamente pra isso, para garantir o abastecimento humano e não para encher açude”, lembrou Wilton Maia.

Ao fazer uma leitura da decisão judicial, o presidente do Stiupb entende que o próprio magistrado não tem certeza da situação hídrica do açude, quando afirma: “Deixo de aplicar, por ora, as condições resolutivas propostas pelo MPF, uma vez que a alteração da ponderação realizada depende de um juízo valorativo concreto, não sendo possível definir, em abstrato e antecipadamente, se o volume seguro do manancial será atingido com a marca de noventa e sete milhões de metros cúbicos, ou quais as exigências concretas necessárias para que o uso múltiplo e não restrito das águas passe a ter maior peso na situação concreta analisada”, determina o juiz Vinícius Costa Vidor.

“O nível do açude Epitácio Pessoa continua subindo após 17 dias do fim do racionamento em Campina Grande. Diferentemente de meses atrás, quando não tínhamos água entrando no reservatório”, assinalou o dirigente sindical.

Para o dirigente sindical, tem prevalecido nas decisões judiciais o achismo. “O Governo do Estado tem mecanismos seguros para constatar a segurança na suspensão do racionamento. E tomou essa decisão levando-se em contra critérios técnicos. Não foi por achismo”, destacou Wilton Maia.

Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas na Paraíba (Stiupb), Wilton Maia Velez, a volta do racionamento de água em Campina Grande, de acordo com decisão de juiz federal, vai apenas penalizar a fatia mais pobre da sociedade, que tem dificuldades de armazenamento: “A classe mais abastada, incluindo políticos conhecidos da nossa cidade, vivem em apartamentos com água todo dia”.

“É um equívoco afirmar que o Açude Epitácio Pessoa (o Boqueirão) não tem condições de continuar abastecendo a cidade todos os dias. A transposição do São Francisco foi efetivada justamente pra isso, para garantir o abastecimento humano e não para encher açude”, lembrou Wilton Maia.

Ao fazer uma leitura da decisão judicial, o presidente do Stiupb entende que o próprio magistrado não tem certeza da situação hídrica do açude, quando afirma: “Deixo de aplicar, por ora, as condições resolutivas propostas pelo MPF, uma vez que a alteração da ponderação realizada depende de um juízo valorativo concreto, não sendo possível definir, em abstrato e antecipadamente, se o volume seguro do manancial será atingido com a marca de noventa e sete milhões de metros cúbicos, ou quais as exigências concretas necessárias para que o uso múltiplo e não restrito das águas passe a ter maior peso na situação concreta analisada”, determina o juiz Vinícius Costa Vidor.

“O nível do açude Epitácio Pessoa continua subindo após 17 dias do fim do racionamento em Campina Grande. Diferentemente de meses atrás, quando não tínhamos água entrando no reservatório”, assinalou o dirigente sindical.

Para o dirigente sindical, tem prevalecido nas decisões judiciais o achismo. “O Governo do Estado tem mecanismos seguros para constatar a segurança na suspensão do racionamento. E tomou essa decisão levando-se em contra critérios técnicos. Não foi por achismo”, destacou Wilton Maia.