Seis jovens são vítimas de chacina na Grande Natal

Seis jovens entre 16 e 23 anos foram executados na noite de anteontem, na periferia de Extremoz, na Grande Natal. As vítimas faziam uma confraternização quando foram surpreendidas por dez homens vestidos de preto, que chegaram em carros, armados de pistolas e espingardas calibre 12. Ninguém foi preso até ontem à noite e não há pistas sobre os suspeitos.
Segundo a Polícia Civil, todas as vítimas estavam de bruços e tinham marcas de tiros na nuca e na cabeça, o que configura a execução. Familiares não detalharam as possíveis causas do crime e se os rapazes mortos tinham envolvimento com o tráfico de drogas.
A chacina reuniu vários curiosos e houve alteração da cena do crime. A Polícia Civil trabalha com a hipótese de os crimes terem relação com o tráfico e a guerra entre as facções rivais Primeiro Comando da Capital (PCC) e Sindicato do RN, que atuam na disputa dos pontos de vendas de entorpecentes no Estado.
Com as mortes de anteontem, o Rio Grande do Norte registra 14 chacinas em um ano, incluindo o massacre no Complexo Prisional de Alcaçuz, em janeiro, quando 26 presos foram mortos – muitos decapitados – em 14 dias de confrontos entre facções.
MSN

Seis jovens entre 16 e 23 anos foram executados na noite de anteontem, na periferia de Extremoz, na Grande Natal. As vítimas faziam uma confraternização quando foram surpreendidas por dez homens vestidos de preto, que chegaram em carros, armados de pistolas e espingardas calibre 12. Ninguém foi preso até ontem à noite e não há pistas sobre os suspeitos.
Segundo a Polícia Civil, todas as vítimas estavam de bruços e tinham marcas de tiros na nuca e na cabeça, o que configura a execução. Familiares não detalharam as possíveis causas do crime e se os rapazes mortos tinham envolvimento com o tráfico de drogas.
A chacina reuniu vários curiosos e houve alteração da cena do crime. A Polícia Civil trabalha com a hipótese de os crimes terem relação com o tráfico e a guerra entre as facções rivais Primeiro Comando da Capital (PCC) e Sindicato do RN, que atuam na disputa dos pontos de vendas de entorpecentes no Estado.
Com as mortes de anteontem, o Rio Grande do Norte registra 14 chacinas em um ano, incluindo o massacre no Complexo Prisional de Alcaçuz, em janeiro, quando 26 presos foram mortos – muitos decapitados – em 14 dias de confrontos entre facções.
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