Presidente do PSG oferece R$ 3,7 mi para Cavani abandonar pênaltis

O presidente do Paris Saint-Germain, Nasser Al-Khelaifi, teria oferecido uma quantia gorda para que o uruguaio Cavani abrisse mão de bater os pênaltis e deixasse o título de batedor oficial com Neymar. Segundo o jornal El País, a quantia chegou a R$ 3,7 milhões (1 milhão de euros), mas a proposta deixou o atacante do PSG um tanto quanto irritado.

Al-Khelaifi teria enviado um representante para negociar a posição com o uruguaio: em contrato assinado, estava previsto o pagamento da quantia caso Cavani se tornasse artilheiro do Campeonato Francês. Na proposta do presidente do PSG, o uruguaio receberia o valor mesmo se não atingisse o posto.

Cavani recusou a proposta e argumentou que o direito de cobrar os pênaltis veio por mérito, fazendo com que Al-Khelaifi tivesse que contatar Neymar para tentar manter um clima pacífico na equipe. A justificativa, ao brasileiro, foi a de que como Neymar já é estrela do time, poderia deixar o colega bater os pênaltis. O ex-jogador do Barcelona disse não ter compreendido a lógica do presidente do clube.
Diante da negativa do uruguaio, ainda segundo o “El País”, o presidente do PSG teria então abordado Neymar com o objetivo de apaziguar a crise no vestiário. Ao brasileiro, argumentou que a estrela do time poderia conceder a responsabilidade das cobranças de pênalti a Cavani, que vive de gols. Mas o brasileiro “não compreendeu essa lógica”.
R7

O presidente do Paris Saint-Germain, Nasser Al-Khelaifi, teria oferecido uma quantia gorda para que o uruguaio Cavani abrisse mão de bater os pênaltis e deixasse o título de batedor oficial com Neymar. Segundo o jornal El País, a quantia chegou a R$ 3,7 milhões (1 milhão de euros), mas a proposta deixou o atacante do PSG um tanto quanto irritado.

Al-Khelaifi teria enviado um representante para negociar a posição com o uruguaio: em contrato assinado, estava previsto o pagamento da quantia caso Cavani se tornasse artilheiro do Campeonato Francês. Na proposta do presidente do PSG, o uruguaio receberia o valor mesmo se não atingisse o posto.

Cavani recusou a proposta e argumentou que o direito de cobrar os pênaltis veio por mérito, fazendo com que Al-Khelaifi tivesse que contatar Neymar para tentar manter um clima pacífico na equipe. A justificativa, ao brasileiro, foi a de que como Neymar já é estrela do time, poderia deixar o colega bater os pênaltis. O ex-jogador do Barcelona disse não ter compreendido a lógica do presidente do clube.
Diante da negativa do uruguaio, ainda segundo o “El País”, o presidente do PSG teria então abordado Neymar com o objetivo de apaziguar a crise no vestiário. Ao brasileiro, argumentou que a estrela do time poderia conceder a responsabilidade das cobranças de pênalti a Cavani, que vive de gols. Mas o brasileiro “não compreendeu essa lógica”.
R7