Secretário da CTB atribui crise de desemprego envolvendo juventude à falta de políticas públicas

medeirosA falta de investimento na educação no atual governo Temer tem deixado muitos jovens sem a oportunidade de adquirirem bagagem profissional, um dos fatores que vem empurrando cada vez mais, a juventude para aumentar o desemprego no país.
O secretário da Juventude da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB/PB), Pedro Medeiros, mostra-se preocupado com a crise que vem afastando do mercado os jovens brasileiros, que são menos produtivos, justamente por terem menor experiência.
A alta taxa de desemprego entre os jovens, avalia Pedro Medeiros, é fruto da inexistência de políticas públicas desenvolvidas pelo governo. “Vivemos um momento caótico, onde não se investe em cursos profissionalizantes, técnicos e nos cursos de nível superior”, afirma o dirigente da Juventude/CTB.
Ele lembra que nos governos Lula e Dilma houve investimento na educação com progresso nessas áreas, contribuindo significativamente para a inclusão social dos jovens em diversos programas.
Pedro Medeiros faz um paralelo dos dados de uma pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU), realizada em 2014, que identificou 200 milhões de desempregados no mundo, sendo desse total 37% jovens na faixa etária de 15 a 24 anos.
A mesma pesquisa estima que em 2020, no mundo serão 475 milhões de desempregados e 50% deles jovens. “De fato, há um grande prejuízo à juventude que está chegando e não encontra oportunidade de ingresso no primeiro emprego, visto que não há investimento estrutural e capacitação para essa categoria”, assinala Pedro Medeiros.
As crises política e econômica, que assolam o país, segundo o representante da Juventude, têm prejudicado os jovens de uma maneira geral, que investem em cursinhos pagos com recursos próprios e no entanto, não estão tendo na oportunidade de se submeterem a concursos, deixando o sonho de lado do ingresso no serviço público. “Mediante à situação da conjuntura atual muitos concursos que já estavam com editais prontos foram cancelados, fruto de falta de administração publica”, conclui Pedro Medeiros.
Texto: Ascom Sindicomerciários

medeirosA falta de investimento na educação no atual governo Temer tem deixado muitos jovens sem a oportunidade de adquirirem bagagem profissional, um dos fatores que vem empurrando cada vez mais, a juventude para aumentar o desemprego no país.
O secretário da Juventude da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB/PB), Pedro Medeiros, mostra-se preocupado com a crise que vem afastando do mercado os jovens brasileiros, que são menos produtivos, justamente por terem menor experiência.
A alta taxa de desemprego entre os jovens, avalia Pedro Medeiros, é fruto da inexistência de políticas públicas desenvolvidas pelo governo. “Vivemos um momento caótico, onde não se investe em cursos profissionalizantes, técnicos e nos cursos de nível superior”, afirma o dirigente da Juventude/CTB.
Ele lembra que nos governos Lula e Dilma houve investimento na educação com progresso nessas áreas, contribuindo significativamente para a inclusão social dos jovens em diversos programas.
Pedro Medeiros faz um paralelo dos dados de uma pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU), realizada em 2014, que identificou 200 milhões de desempregados no mundo, sendo desse total 37% jovens na faixa etária de 15 a 24 anos.
A mesma pesquisa estima que em 2020, no mundo serão 475 milhões de desempregados e 50% deles jovens. “De fato, há um grande prejuízo à juventude que está chegando e não encontra oportunidade de ingresso no primeiro emprego, visto que não há investimento estrutural e capacitação para essa categoria”, assinala Pedro Medeiros.
As crises política e econômica, que assolam o país, segundo o representante da Juventude, têm prejudicado os jovens de uma maneira geral, que investem em cursinhos pagos com recursos próprios e no entanto, não estão tendo na oportunidade de se submeterem a concursos, deixando o sonho de lado do ingresso no serviço público. “Mediante à situação da conjuntura atual muitos concursos que já estavam com editais prontos foram cancelados, fruto de falta de administração publica”, conclui Pedro Medeiros.
Texto: Ascom Sindicomerciários