PM atirou 7 vezes em balconista. Ela queria terminar relacionamento por descobrir que ele era casado

lorenaO cabo da Polícia Militar (PM) Carlos Alberto Ribeiro, de 36 anos, atirou sete vezes contra a balconista Lorena Aparecida dos Reis Pessoa, de 29 anos, e a matou enquanto o filho deles dormia em outro cômodo da casa, em Santa Bárbara d’Oeste (SP), segundo o Ministério Público (MP). Ribeiro não aceitou o fim da relação e premeditou o homicídio, diz o MP.
O crime ocorreu em 8 de agosto e o órgão denunciou o acusado na semana passada. “Segundo se apurou, o denunciando é policial militar e, embora casado, mantinha um relacionamento afetivo com a vítima (Lorena), com quem teve um filho”, aponta a denúncia oferecida à Justiça.
De acordo com o MP, Lorena quis terminar o relacionamento depois de descobrir que o policial era casado. A descoberta ocorreu durante o processo que ela moveu contra ele pela paternidade do filho.
Ribeiro passou a ameaçá-la e afirmava não aceitar o fim da relação. No dia do crime ele viajou de São José do Rio Preto (SP), onde mora, até Santa Bárbara d’Oeste para matar a vítima, diz a promotoria.
O feminicídio ocorreu na casa da vítima, na Vila Aparecida, por volta de 0h30. “No local, o denunciando disparou sete vezes contra a ofendida e, depois, fugiu”. Vizinhos ouviram os tiros, foram à residência dela, pegaram a criança enquanto dormia e levaram para outra casa.
Em seguida, o policial se entregou na 2ª Companhia da Polícia Militar, em Santa Bárbara d’Oeste. “É certo que o crime foi cometido por motivo torpe, uma vez que o denunciando não aceitou o término do relacionamento e decidiu acabar com a vida da vítima”, diz o MP.
Feminicídio
“O crime de homicídio foi praticado por meio cruel, uma vez que a vítima foi atingida por sete disparos de arma de fogo. O crime foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, que foi pega de surpresa, quando estava em sua casa e tinha seu filho pequeno dormindo e recebeu diversos tiros nas costas”, complementa a denúncia.
Além disso, a promotoria diz que o homicídio foi cometido contra mulher, “em razão da condição de sexo feminino – violência doméstica”. Ouvido, o acusado afirmou, segundo o MP, que se arrependeu do crime, mas que ele foi premeditado.
O MP denunciou Ribeiro por homicídio quadruplamente qualificado com base nos incisos 1 (torpe), 3 (cruel), 4 (recurso que dificultou a defesa) e 6 (contra a mulher por razões da condição de sexo feminino).
O policial segue detido no presídio militar Romão Gomes. A Justiça indeferiu um pedido de liberdade provisória em 14 de setembro.
O G1 tentou contato com a defesa do policial militar durante a tarde desta segunda-feira. À noite, o advogado afirmou que representa o réu, mas está “deixando o caso”.
Na data do crime, a PM comunicou, por nota, que lamentava a morte da vítima “atingida por disparos de arma de fogo”. Ele atuava há sete anos na corporação.
G1
lorenaO cabo da Polícia Militar (PM) Carlos Alberto Ribeiro, de 36 anos, atirou sete vezes contra a balconista Lorena Aparecida dos Reis Pessoa, de 29 anos, e a matou enquanto o filho deles dormia em outro cômodo da casa, em Santa Bárbara d’Oeste (SP), segundo o Ministério Público (MP). Ribeiro não aceitou o fim da relação e premeditou o homicídio, diz o MP.
O crime ocorreu em 8 de agosto e o órgão denunciou o acusado na semana passada. “Segundo se apurou, o denunciando é policial militar e, embora casado, mantinha um relacionamento afetivo com a vítima (Lorena), com quem teve um filho”, aponta a denúncia oferecida à Justiça.
De acordo com o MP, Lorena quis terminar o relacionamento depois de descobrir que o policial era casado. A descoberta ocorreu durante o processo que ela moveu contra ele pela paternidade do filho.
Ribeiro passou a ameaçá-la e afirmava não aceitar o fim da relação. No dia do crime ele viajou de São José do Rio Preto (SP), onde mora, até Santa Bárbara d’Oeste para matar a vítima, diz a promotoria.
O feminicídio ocorreu na casa da vítima, na Vila Aparecida, por volta de 0h30. “No local, o denunciando disparou sete vezes contra a ofendida e, depois, fugiu”. Vizinhos ouviram os tiros, foram à residência dela, pegaram a criança enquanto dormia e levaram para outra casa.
Em seguida, o policial se entregou na 2ª Companhia da Polícia Militar, em Santa Bárbara d’Oeste. “É certo que o crime foi cometido por motivo torpe, uma vez que o denunciando não aceitou o término do relacionamento e decidiu acabar com a vida da vítima”, diz o MP.
Feminicídio
“O crime de homicídio foi praticado por meio cruel, uma vez que a vítima foi atingida por sete disparos de arma de fogo. O crime foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, que foi pega de surpresa, quando estava em sua casa e tinha seu filho pequeno dormindo e recebeu diversos tiros nas costas”, complementa a denúncia.
Além disso, a promotoria diz que o homicídio foi cometido contra mulher, “em razão da condição de sexo feminino – violência doméstica”. Ouvido, o acusado afirmou, segundo o MP, que se arrependeu do crime, mas que ele foi premeditado.
O MP denunciou Ribeiro por homicídio quadruplamente qualificado com base nos incisos 1 (torpe), 3 (cruel), 4 (recurso que dificultou a defesa) e 6 (contra a mulher por razões da condição de sexo feminino).
O policial segue detido no presídio militar Romão Gomes. A Justiça indeferiu um pedido de liberdade provisória em 14 de setembro.
O G1 tentou contato com a defesa do policial militar durante a tarde desta segunda-feira. À noite, o advogado afirmou que representa o réu, mas está “deixando o caso”.
Na data do crime, a PM comunicou, por nota, que lamentava a morte da vítima “atingida por disparos de arma de fogo”. Ele atuava há sete anos na corporação.
G1