Presidente do Stiupb participa de encontro em PE e diz: “O Nordeste vai defender a Chesf”

defesaPBO presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas na Paraíba (Stiupb), Wilton Maia Velez, participou, nesta segunda-feira, 02, em Recife, no Palácio do Governo, de uma audiência com o Governador Paulo Câmara, na luta contra o desejo concreto do Governo Temer em querer privatizar a Chesf.

O encontro, na verdade, foi um chamamento dos integrantes das Frentes Parlamentares do Congresso Nacional e da Assembleia Legislativa de Pernambuco contra a privatização da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf). Os parlamentares e representantes de entidades sindicais buscaram o apoio do chefe do Executivo na defesa da causa. Eles vão entregar um dossiê com os impactos da privatização.

Outros Sindicalistas, do Rio Grande do Norte, do Ceará, Sergipe, Bahia, Alagoas participaram desse evento, além do funcionário da Chesf em Campina Grande, Osvaldo Aristides (também diretor sindical). Estiveram presentes os presidentes da frente nacional Danilo Cabral (PSB) e da frente pernambucana Lucas Ramos (PSB). Além deles, estão o senador Humberto Costa (PT) e os deputados federais Severino Ninho (PSB), Tadeu Alencar (PSB), Creuza Pereira (PSB) e Luciana Santos (PCdoB). Da Assembleia Legislativa, acompanham o encontro os deputados estaduais Isaltino Nascimento (PSB), Aluisio Lessa (PSB), Laura Gomes (PSB).

“Estamos vendo no Brasil mais uma vez um processo totalmente equivocado. Não falo de privatizar, que somos imediatamente contra, mas olhar um setor estratégico como energia e se tomar atitude sem discutir até hoje não houve esclarecimento. Tudo o que foi questionado poucas respostas tem, num assunto tão sério era preciso clareza”, afirmou Paulo Câmara, ao criticar a falta de diálogo com o governo federal.
O Governador também disse que os impactos da privatização da Chesf são o aumento da conta de luz e fazer com que rio São Francisco não tenha nenhum controle sobre o futuro do rio.
Mobilização
No próximo dia 6 de outubro, as frentes organizam um grande ato com todos os governadores do Nordeste em Juazeiro, na Bahia.

AQUI EM NOSSO ESTADO – O Governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, por sinal, além da Assembleia Legislativa da Paraíba, na pessoa do seu presidente, Gervásio Maia, já participam dessa frente encabeçada pelo Stiupb contra a privatização, reunindo governadores nordestinos.

CARTA – Em 05 de setembro passado, o governador Paulo Câmara enviou ao presidente Michel Temer uma carta assinada pelos governadores do Nordeste na qual foi destacado um conjunto de preocupações dos gestores nordestinos sobre a proposta de privatização indicada pelo Governo Federal. Os governadores do Nordeste, na ocasião,  também sugeriram à União que a Chesf fosse retirada do grupo Eletrobras, transformando-a em uma empresa pública com vinculação ao Ministério da Integração Nacional.
Pela proposta dos governadores nordestinos, a Chesf passaria a ter a missão de coordenar uma política de desenvolvimento regional, tendo sua atuação financiada com a manutenção da política de cotas e o ajustamento da tarifa em, no máximo, 1,5%.
defesaPBO presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas na Paraíba (Stiupb), Wilton Maia Velez, participou, nesta segunda-feira, 02, em Recife, no Palácio do Governo, de uma audiência com o Governador Paulo Câmara, na luta contra o desejo concreto do Governo Temer em querer privatizar a Chesf.

O encontro, na verdade, foi um chamamento dos integrantes das Frentes Parlamentares do Congresso Nacional e da Assembleia Legislativa de Pernambuco contra a privatização da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf). Os parlamentares e representantes de entidades sindicais buscaram o apoio do chefe do Executivo na defesa da causa. Eles vão entregar um dossiê com os impactos da privatização.

Outros Sindicalistas, do Rio Grande do Norte, do Ceará, Sergipe, Bahia, Alagoas participaram desse evento, além do funcionário da Chesf em Campina Grande, Osvaldo Aristides (também diretor sindical). Estiveram presentes os presidentes da frente nacional Danilo Cabral (PSB) e da frente pernambucana Lucas Ramos (PSB). Além deles, estão o senador Humberto Costa (PT) e os deputados federais Severino Ninho (PSB), Tadeu Alencar (PSB), Creuza Pereira (PSB) e Luciana Santos (PCdoB). Da Assembleia Legislativa, acompanham o encontro os deputados estaduais Isaltino Nascimento (PSB), Aluisio Lessa (PSB), Laura Gomes (PSB).

“Estamos vendo no Brasil mais uma vez um processo totalmente equivocado. Não falo de privatizar, que somos imediatamente contra, mas olhar um setor estratégico como energia e se tomar atitude sem discutir até hoje não houve esclarecimento. Tudo o que foi questionado poucas respostas tem, num assunto tão sério era preciso clareza”, afirmou Paulo Câmara, ao criticar a falta de diálogo com o governo federal.
O Governador também disse que os impactos da privatização da Chesf são o aumento da conta de luz e fazer com que rio São Francisco não tenha nenhum controle sobre o futuro do rio.
Mobilização
No próximo dia 6 de outubro, as frentes organizam um grande ato com todos os governadores do Nordeste em Juazeiro, na Bahia.

AQUI EM NOSSO ESTADO – O Governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, por sinal, além da Assembleia Legislativa da Paraíba, na pessoa do seu presidente, Gervásio Maia, já participam dessa frente encabeçada pelo Stiupb contra a privatização, reunindo governadores nordestinos.

CARTA – Em 05 de setembro passado, o governador Paulo Câmara enviou ao presidente Michel Temer uma carta assinada pelos governadores do Nordeste na qual foi destacado um conjunto de preocupações dos gestores nordestinos sobre a proposta de privatização indicada pelo Governo Federal. Os governadores do Nordeste, na ocasião,  também sugeriram à União que a Chesf fosse retirada do grupo Eletrobras, transformando-a em uma empresa pública com vinculação ao Ministério da Integração Nacional.
Pela proposta dos governadores nordestinos, a Chesf passaria a ter a missão de coordenar uma política de desenvolvimento regional, tendo sua atuação financiada com a manutenção da política de cotas e o ajustamento da tarifa em, no máximo, 1,5%.