Enfermeira brasileira relata horror em Las Vegas: ‘nunca vi tanto sangue’

A enfermeira brasileira Thais Seltzer, que ajudou no atendimento às vítimas do atentado em Las Vegas, relatou os momentos de horror que viveu no hospital. “Trabalho na enfermagem há mais ou menos 10 anos, mas nunca vi tanto sangue na minha vida”, disse.
O tiroteio em Las Vegas deixou 59 mortos e mais de 500 feridos, no domingo (1). O atirador, identificado como Stephen Paddock, disparou contra milhares de pessoas que assistiam a um festival de música country. Em seguida, ele se matou. É o pior ataque a tiros da história do país.
Thais nasceu em Minas Gerais, mas cresceu no Espírito Santo. Ela trabalha como enfermeira em Las Vegas e contou que na noite do atentado estava em casa, mas foi chamada a trabalhar no socorro às vítimas.
“Eu estava dormindo, na cama já, a gente dorme cedo lá em casa. Levantei mais ou menos meia noite e fui para o hospital. Fui chamada para liderar a triagem dos pacientes chegando”, contou.
A enfermeira conta que todas as vítimas já estão nos leitos e a situação é tranquila, apesar das condições graves de alguns pacientes. “O clima é de solidariedade, as pessoas tentando ajudar. Tem um pesar também, muita tristeza, mas acima de tudo acho que a solidariedade e o amor estão vencendo aqui”, afirmou.
G1

A enfermeira brasileira Thais Seltzer, que ajudou no atendimento às vítimas do atentado em Las Vegas, relatou os momentos de horror que viveu no hospital. “Trabalho na enfermagem há mais ou menos 10 anos, mas nunca vi tanto sangue na minha vida”, disse.
O tiroteio em Las Vegas deixou 59 mortos e mais de 500 feridos, no domingo (1). O atirador, identificado como Stephen Paddock, disparou contra milhares de pessoas que assistiam a um festival de música country. Em seguida, ele se matou. É o pior ataque a tiros da história do país.
Thais nasceu em Minas Gerais, mas cresceu no Espírito Santo. Ela trabalha como enfermeira em Las Vegas e contou que na noite do atentado estava em casa, mas foi chamada a trabalhar no socorro às vítimas.
“Eu estava dormindo, na cama já, a gente dorme cedo lá em casa. Levantei mais ou menos meia noite e fui para o hospital. Fui chamada para liderar a triagem dos pacientes chegando”, contou.
A enfermeira conta que todas as vítimas já estão nos leitos e a situação é tranquila, apesar das condições graves de alguns pacientes. “O clima é de solidariedade, as pessoas tentando ajudar. Tem um pesar também, muita tristeza, mas acima de tudo acho que a solidariedade e o amor estão vencendo aqui”, afirmou.
G1