Demora na análise da pauta pelos sindicatos patronais gera expectativa aos trabalhadores

O Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Campina Grande e Região aguarda posicionamento dos empresários quanto a uma contraproposta à pauta da campanha salarial 2017-2018 da categoria, entregue aos sindicatos patronais no início deste mês, para ser analisada.
De acordo com informações do presidente do sindicato laboral, José do Nascimento Coelho, a demora dos empresários em responderem à pauta, gera uma grande expectativa aos trabalhadores em relação à primeira rodada de negociação, a qual deve acontecer na próxima semana, uma vez que a data base da categoria é 1º de novembro.
“Nesta primeiro encontro discutiremos todos os assuntos relativos à Convenção Coletiva de Trabalho 2017/2018, com perspectiva de avanço no processo de negociação”, disse Coelho, adiantando que, caso não chegue a um acordo no primeiro momento, a próxima reunião deverá acontecer com a presença de um mediador da Superintendência Regional do Trabalho – SRT. O profissional deverá questionar a representação patronal a fim de garantir os direitos dos trabalhadores.
A proposta apresentada para o novo piso dos comerciários de Campina Grande é de um valor de R$ 1070,00. Para quem ganha acima do piso, a correção da inflação do período mais um percentual de 5% de ganho real. Ainda com relação às cláusulas econômicas, o Sindicato reivindica a extensão do vale-alimentação no valor de R$ 10,00 para todos os trabalhadores, independente do tamanho da empresa; participação dos trabalhadores nos lucros e resultados das empresas.
Outra proposta diz respeito ao processo de homologação para ser feita no Sindicato ou na Delegacia da Feconeste, no caso de qualquer trabalhador que tenha carteira assinada acima de um ano. Coelho defende a necessidade de ampliação das conquistas dos trabalhadores, inclusive com a ampliação de conquistas não só econômicas como sociais.

Texto: Ascom Sindicomerciários

O Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Campina Grande e Região aguarda posicionamento dos empresários quanto a uma contraproposta à pauta da campanha salarial 2017-2018 da categoria, entregue aos sindicatos patronais no início deste mês, para ser analisada.
De acordo com informações do presidente do sindicato laboral, José do Nascimento Coelho, a demora dos empresários em responderem à pauta, gera uma grande expectativa aos trabalhadores em relação à primeira rodada de negociação, a qual deve acontecer na próxima semana, uma vez que a data base da categoria é 1º de novembro.
“Nesta primeiro encontro discutiremos todos os assuntos relativos à Convenção Coletiva de Trabalho 2017/2018, com perspectiva de avanço no processo de negociação”, disse Coelho, adiantando que, caso não chegue a um acordo no primeiro momento, a próxima reunião deverá acontecer com a presença de um mediador da Superintendência Regional do Trabalho – SRT. O profissional deverá questionar a representação patronal a fim de garantir os direitos dos trabalhadores.
A proposta apresentada para o novo piso dos comerciários de Campina Grande é de um valor de R$ 1070,00. Para quem ganha acima do piso, a correção da inflação do período mais um percentual de 5% de ganho real. Ainda com relação às cláusulas econômicas, o Sindicato reivindica a extensão do vale-alimentação no valor de R$ 10,00 para todos os trabalhadores, independente do tamanho da empresa; participação dos trabalhadores nos lucros e resultados das empresas.
Outra proposta diz respeito ao processo de homologação para ser feita no Sindicato ou na Delegacia da Feconeste, no caso de qualquer trabalhador que tenha carteira assinada acima de um ano. Coelho defende a necessidade de ampliação das conquistas dos trabalhadores, inclusive com a ampliação de conquistas não só econômicas como sociais.

Texto: Ascom Sindicomerciários