Novamente os vendilhões

Educadores e educadoras, vemos uma luz amarela piscar, indicando atenção, pela crescente divulgação de fatos políticos que desapontam gravemente as novas gerações de estudantes. Preocupa-me o legado que tem sido anunciado pelos que ocupam funções públicas de carreira e cargos eletivos. Em nosso meio, a cada dia diminuem os interessados em cuidar e zelar de forma inteiramente compromissada e com dedicação integral às três grandes áreas de maior demanda, a saber: saúde, educação e segurança pública.
A meu ver, exatamente nestas três áreas devemos lutar bravamente para que não sejam preenchidas por vendilhões, pois prever, projetar e prevenir são os verbos ligados aos desafios centrais.
O perigo é que se as boas ferramentas de comunicação forem tomadas por estes vendilhões, sofreremos por sua alta capacidade de produzirem e reproduzirem chagas de grande extensão, algumas de difícil cicatrização. Nesse sentido, o histórico e a vida pregressa de alguns candidatos para as eleições de 2018 assustam.
As três áreas exigem atenção. Não podemos perder a capacidade de multiplicar os pães, de enxergarmos mais à frente. É conhecida a passagem bíblica dos vendilhões no templo. Nada mais sintomático de que um parlamentar vendo imagens impublicáveis, no celular, enquanto os destinos de sua cidade, seu estado ou da Nação estão em pauta. Temos que combater e expulsar todo e qualquer tipo de vendilhão.
Todos que fazem parte das áreas mais candentes conhecem a realidade de que tem-se extraído a mais- valia. Contudo, dos policiais, dos médicos e dos professores, ela tem sido extraída em grau mais elevado. Nosso alerta é para os vendilhões novos, portanto, cheios de energia e disposição, e que se preparam para vender o que não pode ser vendido.
Talvez essa possa ser uma boa meta para as eleições de 2018, ou seja, não permitirmos que novos vendilhões entrem no templo e investirmos fortemente para que os que já entraram saiam um a um.

Ronilson de Souza Luiz é professor e doutor em educação pela PUC/SP

Educadores e educadoras, vemos uma luz amarela piscar, indicando atenção, pela crescente divulgação de fatos políticos que desapontam gravemente as novas gerações de estudantes. Preocupa-me o legado que tem sido anunciado pelos que ocupam funções públicas de carreira e cargos eletivos. Em nosso meio, a cada dia diminuem os interessados em cuidar e zelar de forma inteiramente compromissada e com dedicação integral às três grandes áreas de maior demanda, a saber: saúde, educação e segurança pública.
A meu ver, exatamente nestas três áreas devemos lutar bravamente para que não sejam preenchidas por vendilhões, pois prever, projetar e prevenir são os verbos ligados aos desafios centrais.
O perigo é que se as boas ferramentas de comunicação forem tomadas por estes vendilhões, sofreremos por sua alta capacidade de produzirem e reproduzirem chagas de grande extensão, algumas de difícil cicatrização. Nesse sentido, o histórico e a vida pregressa de alguns candidatos para as eleições de 2018 assustam.
As três áreas exigem atenção. Não podemos perder a capacidade de multiplicar os pães, de enxergarmos mais à frente. É conhecida a passagem bíblica dos vendilhões no templo. Nada mais sintomático de que um parlamentar vendo imagens impublicáveis, no celular, enquanto os destinos de sua cidade, seu estado ou da Nação estão em pauta. Temos que combater e expulsar todo e qualquer tipo de vendilhão.
Todos que fazem parte das áreas mais candentes conhecem a realidade de que tem-se extraído a mais- valia. Contudo, dos policiais, dos médicos e dos professores, ela tem sido extraída em grau mais elevado. Nosso alerta é para os vendilhões novos, portanto, cheios de energia e disposição, e que se preparam para vender o que não pode ser vendido.
Talvez essa possa ser uma boa meta para as eleições de 2018, ou seja, não permitirmos que novos vendilhões entrem no templo e investirmos fortemente para que os que já entraram saiam um a um.

Ronilson de Souza Luiz é professor e doutor em educação pela PUC/SP