QUANDO

Quando eu imaginava que mais nada haveria de acontecer, aconteceu você, igual a um asteroide caindo do infinito a uma velocidade espetacular, você caiu em minha vida, mudando a trajetória do meu destino.
Quando o céu dos meus dias se escurecia com negras nuvens, você chegou com seu sorriso iluminando tudo em minha volta.
Quando o inverno interminável se apoderava de mim, você me trouxe a primavera.
Quando a noite tenebrosa e escura amedrontava meu sono, você foi o amanhecer.
Quando a solidão do deserto de minha existência me matava com a sede do amor, veio você feito um oásis.
Quando eu caía vertiginosamente rumo ao fundo do poço, você foi a corda e o sarilho que me devolveu à tona.
Quando a noite cai, então eu olho as estrelas no céu e fico imaginando, que em cada uma delas vive um anjo igual a você e que Deus manda pra terra, pra que eles ponham fim nas angustias dos corações aflitos, assim como você fez com o meu.
Quando o oceano do meu destino me fustigava com ondas bravias, você chegou com seu “sossegai” e a mansidão se fez presente.
Quando as flores do meu jardim se faziam mortas, você se fez desabrochar na mais linda de todas.
Quando em minha boca ja não existiam mais palavras, você me fez ver que ainda havia duas pequeninas la no fundo do meu coração, que eu não canso de repetir, pra que nunca as esqueça “te amo, te amo”

Valdir Fachini
valdirfachini53@gmail.com

Quando eu imaginava que mais nada haveria de acontecer, aconteceu você, igual a um asteroide caindo do infinito a uma velocidade espetacular, você caiu em minha vida, mudando a trajetória do meu destino.
Quando o céu dos meus dias se escurecia com negras nuvens, você chegou com seu sorriso iluminando tudo em minha volta.
Quando o inverno interminável se apoderava de mim, você me trouxe a primavera.
Quando a noite tenebrosa e escura amedrontava meu sono, você foi o amanhecer.
Quando a solidão do deserto de minha existência me matava com a sede do amor, veio você feito um oásis.
Quando eu caía vertiginosamente rumo ao fundo do poço, você foi a corda e o sarilho que me devolveu à tona.
Quando a noite cai, então eu olho as estrelas no céu e fico imaginando, que em cada uma delas vive um anjo igual a você e que Deus manda pra terra, pra que eles ponham fim nas angustias dos corações aflitos, assim como você fez com o meu.
Quando o oceano do meu destino me fustigava com ondas bravias, você chegou com seu “sossegai” e a mansidão se fez presente.
Quando as flores do meu jardim se faziam mortas, você se fez desabrochar na mais linda de todas.
Quando em minha boca ja não existiam mais palavras, você me fez ver que ainda havia duas pequeninas la no fundo do meu coração, que eu não canso de repetir, pra que nunca as esqueça “te amo, te amo”

Valdir Fachini
valdirfachini53@gmail.com