Presidente da OAB de Osasco é presa ao receber propina de vereador

oabSPA presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Osasco, na Grande São Paulo, foi presa em flagrante na noite desta terça-feira (24), em São Roque, no interior do estado, recebendo propina do presidente da Câmara dos Vereadores da cidade.
A advogada Libania Aparecida da Silva e o marido dela, Carlos Gomes, exigiam dinheiro para não fazer denúncias contra Elissandro Lindoso, do PSDB, no Ministério Público.
A prisão foi feita em flagrante na noite desta terça, após o três saírem de um restaurante onde foi feito o pagamento de mais uma parcela da propina. Esta seria a última parcela de uma propina de R$12 mil. O presidente da Câmara disse que começou a ser extorquido há um mês e meio.
O acordo também envolvia dois cargos comissionados para que a advogada parasse de fazer denúncias.
“Nosso prédio da Câmara não tem AVCB, não tem habite-se, acabei achando um prédio do lado, loquei, fui representado por desperdício de dinheiro público”, disse o vereador Elissandro.
Ao ser presa, a advogada negou que o dinheiro fosse propina, e alegou que eram o pagamento de honorários. Na delegacia, a versão mudou. “Meu marido e o outro rapaz saíram e foram pra fora pra conversar e eu fui no banheiro, porque ele pediu a conta. Ele pediu a conta, eu voltei ele disse que achou dinheiro dentro da minha bolsa. A menina pediu a minha bolsa e eu dei. Tem um envelope com dinheiro”.
Sobre o aluguel do prédio da Câmara, o vereador Elissandro Lindoso disse que o prédio representa economia para os cofres públicos e que já está em uso. A OAB de Osasco falou que não vai se manifestar.
G1

oabSPA presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Osasco, na Grande São Paulo, foi presa em flagrante na noite desta terça-feira (24), em São Roque, no interior do estado, recebendo propina do presidente da Câmara dos Vereadores da cidade.
A advogada Libania Aparecida da Silva e o marido dela, Carlos Gomes, exigiam dinheiro para não fazer denúncias contra Elissandro Lindoso, do PSDB, no Ministério Público.
A prisão foi feita em flagrante na noite desta terça, após o três saírem de um restaurante onde foi feito o pagamento de mais uma parcela da propina. Esta seria a última parcela de uma propina de R$12 mil. O presidente da Câmara disse que começou a ser extorquido há um mês e meio.
O acordo também envolvia dois cargos comissionados para que a advogada parasse de fazer denúncias.
“Nosso prédio da Câmara não tem AVCB, não tem habite-se, acabei achando um prédio do lado, loquei, fui representado por desperdício de dinheiro público”, disse o vereador Elissandro.
Ao ser presa, a advogada negou que o dinheiro fosse propina, e alegou que eram o pagamento de honorários. Na delegacia, a versão mudou. “Meu marido e o outro rapaz saíram e foram pra fora pra conversar e eu fui no banheiro, porque ele pediu a conta. Ele pediu a conta, eu voltei ele disse que achou dinheiro dentro da minha bolsa. A menina pediu a minha bolsa e eu dei. Tem um envelope com dinheiro”.
Sobre o aluguel do prédio da Câmara, o vereador Elissandro Lindoso disse que o prédio representa economia para os cofres públicos e que já está em uso. A OAB de Osasco falou que não vai se manifestar.
G1