5 argentinos estão entre os 8 mortos em ataque terrorista em NY

atentadoCinco argentinos estão entre os 8 mortos do atentado terrorista em Nova York, nesta terça-feira (31), segundo o Ministério de Relações Exteriores da Argentina. Um caminhão invadiu uma ciclovia no sul de Manhattan, atropelando várias pessoas. Além dos mortos, 11 pessoas ficaram feridas.
Segundo a fonte oficial da Argentina, as vítimas teriam entre 45 e 50 anos e faziam parte de um grupo de amigos que estudaram juntos em Rosario e foram aos EUA para visitar um ex-colega que mora em Nova York.
As vítimas foram identificadas pelo Ministério de Relações Exteriores como Hernán Diego Mendoza, Diego Enrique Angelini, Alejandro Damián Pagnucco, Ariel Erlij e Hernán Ferruchi. Além deles, Martín Ludovico está entre os feridos e está internado.
O Consulado argentino informou que trabalha em contato permanente com as autoridades policiais dos EUA, com os hospitais em Nova York e com os familiares dos argentinos.

Além dos argentinos, uma belga também estaria entre os mortos do ataque com caminhão em Nova York, segundo a chancelaria da Bélgica. “Com profundo pesar devo anunciar uma vítima belga em Manhattan, e expresso minhas condolências aos seus familiares e amigos”, postou no Twitter o chanceler belga Didier Reynders. A mulher seria de Roulers e estaria nos EUA com sua irmã e sua mãe.
O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, classificou o caso como um “ato covarde de terror”. Já o governador Andrew Cuomo afirmou que não há evidências de um plano maior.

Após atingir os ciclistas, o caminhão seguiu pela rua e bateu num ônibus escolar. O suspeito saiu do veículo gritando e portanto uma arma de paintball e outra de ar comprimido, sendo em seguida baleado pela polícia e detido.
O jornalista da CNN Jim Sciutto afirma, segundo “múltiplas fontes”, que o suspeito gritou “Allahu Akhbar” (Deus é Grande, em árabe).
A imprensa americana identificou o motorista como Sayfullo Saipov, um homem de 29 anos originário do Uzbequistão, que teria dois endereços nos EUA – um na Flórida e outro em Nova Jersey. Uma fonte da rede CBS disse que ele teria deixado um bilhete perto ou dentro do caminhão com referências ao Estado Islâmico.
Seis pessoas morreram no local e duas foram declaradas mortas ao chegarem ao hospital. Onze pessoas feridas foram transportadas para receber atendimento médico, mas é possível que existam outras vítimas que deixaram o local por conta própria, afirmou o chefe de polícia.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi informado do ataque e disse no Twitter que “parece um outro ataque de alguém muito doente e perturbado”. “Não podemos permitir que o Estado Islâmico volte ou entre no nosso país após derrotá-lo no Oriente Médio e nos outros lugares. Já chega!”, postou.
De acordo com o SITE Intel Group, que monitora grupos extremistas na internet, o Estado Islâmico divulgou em agosto uma foto de uma pessoa segurando um celular com o logo do grupo jihadista, em um local que seria a menos de 1,6 km do local do ataque desta terça. Mas não há detalhes sobre se de fato há algum tipo de conexão entre a foto postada e o ataque em Nova York.
G1

atentadoCinco argentinos estão entre os 8 mortos do atentado terrorista em Nova York, nesta terça-feira (31), segundo o Ministério de Relações Exteriores da Argentina. Um caminhão invadiu uma ciclovia no sul de Manhattan, atropelando várias pessoas. Além dos mortos, 11 pessoas ficaram feridas.
Segundo a fonte oficial da Argentina, as vítimas teriam entre 45 e 50 anos e faziam parte de um grupo de amigos que estudaram juntos em Rosario e foram aos EUA para visitar um ex-colega que mora em Nova York.
As vítimas foram identificadas pelo Ministério de Relações Exteriores como Hernán Diego Mendoza, Diego Enrique Angelini, Alejandro Damián Pagnucco, Ariel Erlij e Hernán Ferruchi. Além deles, Martín Ludovico está entre os feridos e está internado.
O Consulado argentino informou que trabalha em contato permanente com as autoridades policiais dos EUA, com os hospitais em Nova York e com os familiares dos argentinos.

Além dos argentinos, uma belga também estaria entre os mortos do ataque com caminhão em Nova York, segundo a chancelaria da Bélgica. “Com profundo pesar devo anunciar uma vítima belga em Manhattan, e expresso minhas condolências aos seus familiares e amigos”, postou no Twitter o chanceler belga Didier Reynders. A mulher seria de Roulers e estaria nos EUA com sua irmã e sua mãe.
O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, classificou o caso como um “ato covarde de terror”. Já o governador Andrew Cuomo afirmou que não há evidências de um plano maior.

Após atingir os ciclistas, o caminhão seguiu pela rua e bateu num ônibus escolar. O suspeito saiu do veículo gritando e portanto uma arma de paintball e outra de ar comprimido, sendo em seguida baleado pela polícia e detido.
O jornalista da CNN Jim Sciutto afirma, segundo “múltiplas fontes”, que o suspeito gritou “Allahu Akhbar” (Deus é Grande, em árabe).
A imprensa americana identificou o motorista como Sayfullo Saipov, um homem de 29 anos originário do Uzbequistão, que teria dois endereços nos EUA – um na Flórida e outro em Nova Jersey. Uma fonte da rede CBS disse que ele teria deixado um bilhete perto ou dentro do caminhão com referências ao Estado Islâmico.
Seis pessoas morreram no local e duas foram declaradas mortas ao chegarem ao hospital. Onze pessoas feridas foram transportadas para receber atendimento médico, mas é possível que existam outras vítimas que deixaram o local por conta própria, afirmou o chefe de polícia.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi informado do ataque e disse no Twitter que “parece um outro ataque de alguém muito doente e perturbado”. “Não podemos permitir que o Estado Islâmico volte ou entre no nosso país após derrotá-lo no Oriente Médio e nos outros lugares. Já chega!”, postou.
De acordo com o SITE Intel Group, que monitora grupos extremistas na internet, o Estado Islâmico divulgou em agosto uma foto de uma pessoa segurando um celular com o logo do grupo jihadista, em um local que seria a menos de 1,6 km do local do ataque desta terça. Mas não há detalhes sobre se de fato há algum tipo de conexão entre a foto postada e o ataque em Nova York.
G1