Criança baleada na cabeça dentro de casa no RJ tem morte cerebral e seus órgãos serão doados

O menino Vitor Gabriel, de 3 anos, baleado na cabeça dentro de casa, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, teve morte cerebral confirmada na tarde desta quinta-feira. A informação foi confirmada pela direção do Hospital Geral de Nova Iguaçu, também na Baixada. O garoto foi atingido enquanto brincava na sala de casa, na comunidade Buraco Quente, no bairro São Matheus.
Segundo o diretor do hospital, José Sestello, a notícia foi dada à família na tarde desta quinta-feira, 24h após a abertura de um protocolo por uma equipe do Rio Transplante para avaliar a atividade cerebral. A avaliação inclui diversos exames, entre eles o eletroencefalograma.
Segundo o médico, os pais da criança, que estão sendo assitidos por psicólogos e pelo serviço social da unidade, já teriam concordado com a doação de órgãos. Ele contou que a bala atravessou o cérebro do menino, entrando na região frontal e avançando até a parte posterior, causando destruição do tecido nervoso nos dois hemisférios. Os médicos optaram por não remover o projétil para não causar mais danos.
Extra

O menino Vitor Gabriel, de 3 anos, baleado na cabeça dentro de casa, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, teve morte cerebral confirmada na tarde desta quinta-feira. A informação foi confirmada pela direção do Hospital Geral de Nova Iguaçu, também na Baixada. O garoto foi atingido enquanto brincava na sala de casa, na comunidade Buraco Quente, no bairro São Matheus.
Segundo o diretor do hospital, José Sestello, a notícia foi dada à família na tarde desta quinta-feira, 24h após a abertura de um protocolo por uma equipe do Rio Transplante para avaliar a atividade cerebral. A avaliação inclui diversos exames, entre eles o eletroencefalograma.
Segundo o médico, os pais da criança, que estão sendo assitidos por psicólogos e pelo serviço social da unidade, já teriam concordado com a doação de órgãos. Ele contou que a bala atravessou o cérebro do menino, entrando na região frontal e avançando até a parte posterior, causando destruição do tecido nervoso nos dois hemisférios. Os médicos optaram por não remover o projétil para não causar mais danos.
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