PM preso em operação que apura fraudes em concursos é internado em João Pessoa

Um policial militar preso na Operação Gabarito, que investiga fraudes em concursos públicos, foi internado no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, após uma suposta tentativa de suicídio, nessa quinta-feira (2). Segundo a assessoria de comunicação da unidade, o estado de saúde dele é regular.
O PM, que pertence ao quadro de efetivos do estado de Alagoas, estava preso na sede do 1º Batalhão de Polícia Militar, na Capital. De acordo com o comandante local, coronel Sena, o policial precisou de atendimento médico após ingerir vários medicamentos. O coronel Sena disse que um procedimento será instaurado para apurar detalhes do ocorrido.
O policial estaria enfrentando problemas psicológicos, conforme aponta a avaliação de um médico psiquiátrica. O profissional recomendou urgência na transferência do PM para uma clínica psiquiátrica, alegando que o paciente estaria “em franco surto psicótico agudo, com risco de suicídio e agressão”. O pedido foi emitido no último dia 26 de outubro.
O delegado responsável pela prisão do policial militar, Lucas Sá, disse ao Portal Correio que não foi comunicado oficialmente sobre o incidente na sede do Batalhão da PM. Ele explicou que o pedido de transferência do preso para uma unidade psiquiátrica não será acompanhada pela Polícia Civil, devendo ser tratado apenas entre a defesa do militar e a Justiça.

Um policial militar preso na Operação Gabarito, que investiga fraudes em concursos públicos, foi internado no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, após uma suposta tentativa de suicídio, nessa quinta-feira (2). Segundo a assessoria de comunicação da unidade, o estado de saúde dele é regular.
O PM, que pertence ao quadro de efetivos do estado de Alagoas, estava preso na sede do 1º Batalhão de Polícia Militar, na Capital. De acordo com o comandante local, coronel Sena, o policial precisou de atendimento médico após ingerir vários medicamentos. O coronel Sena disse que um procedimento será instaurado para apurar detalhes do ocorrido.
O policial estaria enfrentando problemas psicológicos, conforme aponta a avaliação de um médico psiquiátrica. O profissional recomendou urgência na transferência do PM para uma clínica psiquiátrica, alegando que o paciente estaria “em franco surto psicótico agudo, com risco de suicídio e agressão”. O pedido foi emitido no último dia 26 de outubro.
O delegado responsável pela prisão do policial militar, Lucas Sá, disse ao Portal Correio que não foi comunicado oficialmente sobre o incidente na sede do Batalhão da PM. Ele explicou que o pedido de transferência do preso para uma unidade psiquiátrica não será acompanhada pela Polícia Civil, devendo ser tratado apenas entre a defesa do militar e a Justiça.