Inep oferece nova data de prova para candidatos do Enem prejudicados por falta de energia em escola de Olinda

Os candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que se sentiram prejudicados pela falta de energia elétrica na Escola Estadual Marechal Mascarenhas de Moraes, em Ouro Preto, em Olinda, na tarde do domingo (5), poderão refazer as provas do primeiro dia. Por meio de nota divulgada nesta segunda (6), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) lamentou o ocorrido e informou que as provas de redação, linguagens, códigos e suas tecnologias e de ciências humanas e suas tecnologias serão reaplicadas para esse grupo em 12 de dezembro.
O Inep informou que vai entrar em contato, por e-mail, SMS e telefone, com todos os candidatos que fizeram as provas na escola. Aqueles inscritos que não se sentiram prejudicados pela falta de energia elétrica não são obrigados a fazer a reaplicação.
Ainda de acordo com o Inep, o problema registrado nessa escola não vai afetar a aplicação do Enem no domingo (12). Dessa forma, os estudantes podem voltar, nesse dia, à mesma escola para responder as provas de matemática e suas tecnologias e ciências da natureza e suas tecnologias.

Entenda o caso
De acordo com estudantes, a Escola Estadual Marechal Mascarenhas de Moraes, no bairro de Ouro Preto, em Olinda, ficou quase duas horas sem energia elétrica no domingo (5), durante o primeiro dia de provas do Enem. Com o imprevisto, uma das principais reclamações dos candidatos foi o desencontro de informações sobre a realização de novas provas.
Quando a energia voltou, alguns não tiveram tempo de preencher o cartão-resposta e saíram sem saber se as provas feitas no local vão ou não ser canceladas. Uma fiscal do Enem na referida escola que prefere não ser identificada disse que as orientações dos coordenadores do Inep deixaram confusos não apenas os estudantes, mas até quem trabalhou na aplicação das provas. A Polícia Militar enviou uma equipe para o local para evitar tumultos.
A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) explicou o motivo da falta de energia no local de prova. “Um galho se desprendeu de uma árvore fora de toda a área de poda e curto-circuitou uma área de transformador e localmente houve essa interrupção. Desde que o cliente chamou até a normalização, nós gastamos três horas para fazer o serviço em total segurança”, ressaltou Hugo Vidal, gerente da Celpe.
G1

Os candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que se sentiram prejudicados pela falta de energia elétrica na Escola Estadual Marechal Mascarenhas de Moraes, em Ouro Preto, em Olinda, na tarde do domingo (5), poderão refazer as provas do primeiro dia. Por meio de nota divulgada nesta segunda (6), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) lamentou o ocorrido e informou que as provas de redação, linguagens, códigos e suas tecnologias e de ciências humanas e suas tecnologias serão reaplicadas para esse grupo em 12 de dezembro.
O Inep informou que vai entrar em contato, por e-mail, SMS e telefone, com todos os candidatos que fizeram as provas na escola. Aqueles inscritos que não se sentiram prejudicados pela falta de energia elétrica não são obrigados a fazer a reaplicação.
Ainda de acordo com o Inep, o problema registrado nessa escola não vai afetar a aplicação do Enem no domingo (12). Dessa forma, os estudantes podem voltar, nesse dia, à mesma escola para responder as provas de matemática e suas tecnologias e ciências da natureza e suas tecnologias.

Entenda o caso
De acordo com estudantes, a Escola Estadual Marechal Mascarenhas de Moraes, no bairro de Ouro Preto, em Olinda, ficou quase duas horas sem energia elétrica no domingo (5), durante o primeiro dia de provas do Enem. Com o imprevisto, uma das principais reclamações dos candidatos foi o desencontro de informações sobre a realização de novas provas.
Quando a energia voltou, alguns não tiveram tempo de preencher o cartão-resposta e saíram sem saber se as provas feitas no local vão ou não ser canceladas. Uma fiscal do Enem na referida escola que prefere não ser identificada disse que as orientações dos coordenadores do Inep deixaram confusos não apenas os estudantes, mas até quem trabalhou na aplicação das provas. A Polícia Militar enviou uma equipe para o local para evitar tumultos.
A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) explicou o motivo da falta de energia no local de prova. “Um galho se desprendeu de uma árvore fora de toda a área de poda e curto-circuitou uma área de transformador e localmente houve essa interrupção. Desde que o cliente chamou até a normalização, nós gastamos três horas para fazer o serviço em total segurança”, ressaltou Hugo Vidal, gerente da Celpe.
G1