Suspeita de matar o marido com facada no peito se entrega e diz que era agredida

A mulher de 38 anos suspeita de matar o marido de 36 com uma facada no peito, no domingo (5), se entregou à Polícia Civil na tarde desta segunda-feira (6), em São Carlos (SP). Em depoimento, a auxiliar de limpeza confessou o crime, mas alegou que tudo aconteceu durante uma briga e que era constantemente agredida pela vítima.
O delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), Gilberto de Aquino, entendeu que o homicídio aconteceu em legítima defesa e ela foi liberada.

Discussão
Em depoimento, ela disse que a discussão começou na casa da família, no Planato Verde, após o pedreiro Renato dos Santos de Oliveira sair para fazer compras para a casa e voltar apenas com pinga. Quando lavava louças ela o questionou e recebeu um murro e pediu para ele parar, caso contrário chamaria a polícia. Ele ficou mais violento e partiu para cima da mulher, que pegou a faca e o acertou no peito.
Oliveira teve o pulmão perfurado e foi socorrido pelos cunhados até a UPA da Vila Prado. Ele foi encaminhado para a Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos.

Registros de agressões e ameaças
A mulher já tinha feito registros de boletins de ocorrência contra o marido por agressões e ameaças. Segundo ela, o homem era viciado em crack e álcool. Os dois viviam juntos há 21 anos e tinham três filhos.
“Eles vieram da Bahia e construíram uma vida juntos aqui. Ela é analfabeta e quem dominava toda a situação na casa era o marido, que era pedreiro. Ela relatou que sofria constantemente com agressões e ameaças. Nós verificamos e existem alguns boletins de ocorrência registrados, onde ela havia denunciado espancamentos e agressões”, disse o delegado da DIG.
A mulher também disse que o marido administrava o salário que ela recebia e deixava de comprar comida e coisas para casa para consumir drogas e bebidas.
G1

A mulher de 38 anos suspeita de matar o marido de 36 com uma facada no peito, no domingo (5), se entregou à Polícia Civil na tarde desta segunda-feira (6), em São Carlos (SP). Em depoimento, a auxiliar de limpeza confessou o crime, mas alegou que tudo aconteceu durante uma briga e que era constantemente agredida pela vítima.
O delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), Gilberto de Aquino, entendeu que o homicídio aconteceu em legítima defesa e ela foi liberada.

Discussão
Em depoimento, ela disse que a discussão começou na casa da família, no Planato Verde, após o pedreiro Renato dos Santos de Oliveira sair para fazer compras para a casa e voltar apenas com pinga. Quando lavava louças ela o questionou e recebeu um murro e pediu para ele parar, caso contrário chamaria a polícia. Ele ficou mais violento e partiu para cima da mulher, que pegou a faca e o acertou no peito.
Oliveira teve o pulmão perfurado e foi socorrido pelos cunhados até a UPA da Vila Prado. Ele foi encaminhado para a Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos.

Registros de agressões e ameaças
A mulher já tinha feito registros de boletins de ocorrência contra o marido por agressões e ameaças. Segundo ela, o homem era viciado em crack e álcool. Os dois viviam juntos há 21 anos e tinham três filhos.
“Eles vieram da Bahia e construíram uma vida juntos aqui. Ela é analfabeta e quem dominava toda a situação na casa era o marido, que era pedreiro. Ela relatou que sofria constantemente com agressões e ameaças. Nós verificamos e existem alguns boletins de ocorrência registrados, onde ela havia denunciado espancamentos e agressões”, disse o delegado da DIG.
A mulher também disse que o marido administrava o salário que ela recebia e deixava de comprar comida e coisas para casa para consumir drogas e bebidas.
G1