As vésperas de entrar em vigor a Reforma Trabalhista, Stiupb irá às ruas na sexta-feira

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas na Paraíba (Stiupb), estará participando do Dia Nacional de Paralisação, na próxima sexta-feira, dia 10, a partir das 9h, na Praça Clementino Procópio. O manifesto é contra as medidas adotadas pelo Governo Temer que prejudicam os trabalhadores, com as privatizações nos serviços públicos, além da proposta de privatização em setores importantes da Prefeitura de Campina Grande: Saúde, Educação e a proposta de Privatização da Cagepa.

Para tanto, o presidente do Stiupb, Wilton Maia Velez, está convocando os trabalhadores da Cagepa, Chesf, Energisa, PBGás e Termelétrica, para participarem dessa mobilização de sexta.

“Infelizmente, vivemos dias difíceis. Temos um Governo ilegítimo que só apresenta propostas danosas à classe trabalhadora. Além disso, Campina tem um prefeito que quer privatizar 16 setores da Prefeitura: Saúde, Educação, além de tomar para si os serviços de água e saneamento, através de uma PPP – Parceria Público-Privada”, destacou Wilton Maia.

O Protesto será ainda contra a Terceirização, reforma Trabalhista (que entra em vigor neste dia 11 próximo), e a provável Reforma da Previdência, que só não aconteceu até agora por conta da pressão popular.

Estão engajadas na mobilização: o Stiupb, Sintab, Polo Sindical Rural, Sindicatos dos Comerciários, Bancários, Sintep-PB, Metalúrgicos, MAB, Levante Popular, CUT, CBT e MST.

Além do Sindicato, dos servidores e servidoras, representantes de outras instituições e da sociedade civil, o ato em Campina será marcado pela participação de vários artistas que se posicionaram contra a nova legislação. Eles estarão em um trio elétrico, animando e convidando toda a população para esta importante manifestação.

O Sintab, segundo o coordenador de comunicação do Sintab, Napoleão Maracajá, estará protestando contra os problemas locais, como a provável privatização dos serviços públicos municipais, o não pagamento dos recursos dos precatórios do Fundef, o nepotismo exacerbado na Prefeitura Municipal, a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) básicos, entre inúmeros agravos contra os servidores.

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas na Paraíba (Stiupb), estará participando do Dia Nacional de Paralisação, na próxima sexta-feira, dia 10, a partir das 9h, na Praça Clementino Procópio. O manifesto é contra as medidas adotadas pelo Governo Temer que prejudicam os trabalhadores, com as privatizações nos serviços públicos, além da proposta de privatização em setores importantes da Prefeitura de Campina Grande: Saúde, Educação e a proposta de Privatização da Cagepa.

Para tanto, o presidente do Stiupb, Wilton Maia Velez, está convocando os trabalhadores da Cagepa, Chesf, Energisa, PBGás e Termelétrica, para participarem dessa mobilização de sexta.

“Infelizmente, vivemos dias difíceis. Temos um Governo ilegítimo que só apresenta propostas danosas à classe trabalhadora. Além disso, Campina tem um prefeito que quer privatizar 16 setores da Prefeitura: Saúde, Educação, além de tomar para si os serviços de água e saneamento, através de uma PPP – Parceria Público-Privada”, destacou Wilton Maia.

O Protesto será ainda contra a Terceirização, reforma Trabalhista (que entra em vigor neste dia 11 próximo), e a provável Reforma da Previdência, que só não aconteceu até agora por conta da pressão popular.

Estão engajadas na mobilização: o Stiupb, Sintab, Polo Sindical Rural, Sindicatos dos Comerciários, Bancários, Sintep-PB, Metalúrgicos, MAB, Levante Popular, CUT, CBT e MST.

Além do Sindicato, dos servidores e servidoras, representantes de outras instituições e da sociedade civil, o ato em Campina será marcado pela participação de vários artistas que se posicionaram contra a nova legislação. Eles estarão em um trio elétrico, animando e convidando toda a população para esta importante manifestação.

O Sintab, segundo o coordenador de comunicação do Sintab, Napoleão Maracajá, estará protestando contra os problemas locais, como a provável privatização dos serviços públicos municipais, o não pagamento dos recursos dos precatórios do Fundef, o nepotismo exacerbado na Prefeitura Municipal, a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) básicos, entre inúmeros agravos contra os servidores.