Manifestação em defesa dos direitos dos trabalhadores movimenta centro de Campina Grande

manifestacao2A manifestação em defesa dos direitos dos trabalhadores, realizada nesta manhã, em todo o país, movimentou o centro de Campina Grande, onde inicialmente, centenas de pessoas se reuniram na Praça Clementino Procópio, posteriormente saíram em uma grande marcha pelas principais ruas, entre elas: Avenida Floriano Peixoto, Venâncio Neiva, 7 de Setembro e Maciel Pinheiro, encerrando com um ato público e cultural na Praça da Bandeira.
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), que é representada pelo dirigente sindical José do Nascimento Coelho, também presidente do Sindicato dos Comerciários de Campina Grande e Região, mobilizou os trabalhadores dos vários segmentos do comércio para adesão ao movimento, considerado por ele de vitorioso.
Para Coelho, a manifestação encabeçada pela CTB, demais centrais sindicais, vários sindicatos e outros movimentos organizados, mostrou a insatisfação dos trabalhadores em relação à reforma trabalhista, que passa a vigorar a partir deste sábado, 11.
“Foi um momento de grande reflexão para os trabalhadores, no qual mais uma vez, eles disseram não à reforma trabalhista, mostraram que não estão satisfeitos com o projeto que escraviza o povo brasileiro”, enfatizou Coelho, acrescentando que a partir deste sábado, o horário de almoço do trabalhador vai se restringir a 30 minutos e o afastamento para suas férias só será possível mediante negociação com o seu patrão.
Na realidade, segundo o sindicalista, a manifestação desta manhã ocorrida em todo o país, deu início à construção de uma greve geral, que deverá acontecer nos próximos dias, como forma de protesto ao projeto do presidente Michel Temer. “O trabalhador passará a viver uma situação caótica a partir deste sábado, quando os seus direitos trabalhistas serão totalmente desrespeitados”, disse Coelho.
Participaram do movimento trabalhadores do comércio, Cagepa, Energisa, Saúde e Educação municipal, bancários, Movimentos dos Sem-Terra, entre outros segmentos.

Ascom – Sindicato dos Comerciários

manifestacao2A manifestação em defesa dos direitos dos trabalhadores, realizada nesta manhã, em todo o país, movimentou o centro de Campina Grande, onde inicialmente, centenas de pessoas se reuniram na Praça Clementino Procópio, posteriormente saíram em uma grande marcha pelas principais ruas, entre elas: Avenida Floriano Peixoto, Venâncio Neiva, 7 de Setembro e Maciel Pinheiro, encerrando com um ato público e cultural na Praça da Bandeira.
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), que é representada pelo dirigente sindical José do Nascimento Coelho, também presidente do Sindicato dos Comerciários de Campina Grande e Região, mobilizou os trabalhadores dos vários segmentos do comércio para adesão ao movimento, considerado por ele de vitorioso.
Para Coelho, a manifestação encabeçada pela CTB, demais centrais sindicais, vários sindicatos e outros movimentos organizados, mostrou a insatisfação dos trabalhadores em relação à reforma trabalhista, que passa a vigorar a partir deste sábado, 11.
“Foi um momento de grande reflexão para os trabalhadores, no qual mais uma vez, eles disseram não à reforma trabalhista, mostraram que não estão satisfeitos com o projeto que escraviza o povo brasileiro”, enfatizou Coelho, acrescentando que a partir deste sábado, o horário de almoço do trabalhador vai se restringir a 30 minutos e o afastamento para suas férias só será possível mediante negociação com o seu patrão.
Na realidade, segundo o sindicalista, a manifestação desta manhã ocorrida em todo o país, deu início à construção de uma greve geral, que deverá acontecer nos próximos dias, como forma de protesto ao projeto do presidente Michel Temer. “O trabalhador passará a viver uma situação caótica a partir deste sábado, quando os seus direitos trabalhistas serão totalmente desrespeitados”, disse Coelho.
Participaram do movimento trabalhadores do comércio, Cagepa, Energisa, Saúde e Educação municipal, bancários, Movimentos dos Sem-Terra, entre outros segmentos.

Ascom – Sindicato dos Comerciários