Lira defende Maranhão, mas não descarta possibilidade de alianças

Em recente entrevista ao Correio Debate o senador Raimundo Lira (PMDB) defendeu a candidatura própria do senador José Maranhão ao governo do Estado, mas não descartou as possibilidades de aliança com quem ‘tratar melhor’ o PMDB.
Raimundo Lira também sinalizou que José Maranhão já havia se colocado à disposição do partido para ser cabeça de chapa desde fevereiro do ano passado, porém o senador afirmou que é necessário avaliar as propostas de aliança que mais valorizem o partido, e considerou alianças tanto com Ricardo Coutinho quanto com Cássio Cunha Lima.
“O senador, desde a convenção da executiva nacional do PMDB, em fevereiro do ano passado, ele se colocou como opção. Mas ele tem dito que o PMDB está junto na coligação em que o partido seja bem tratado e considerado como maior da história política da Paraíba. Ser bem tratado. Vamos ver em 2018. Quando se estabelece premissas não é o caminho ideal para política, política é negociação e entendimento. Esse é nosso desejo. Na Paraíba, todas eleições majoritárias têm seus grupos predominantes, e nós estaremos. Ele pode estar na chapa com Ricardo Coutinho ou com Cássio, onde o PMDB for melhor tratado, é onde ele estará. É importante colocar as coisas em seu devido lugar. Maranhão tem dito que está à disposição do partido para ser candidato a governador, isso não quer dizer que feche outra possibilidade. Tudo está em aberto. E eu sigo essa linha de pensamento. Onde o PMDB for melhor tratado, ele ficara”, garantiu.
O senador ainda comentou sobre política nacional ao afirmar que acha negativa a estagnação e provável diminuição do salário mínimo, mas acredita que o Governo não tem influência nesta situação. “Quem é que gosta de reduzir salário mínimo? Ninguém é favor. Isso é uma fórmula matemática que foi criada há tempo, que envolve o orçamento, que envolve arrecadação, que envolve tudo isso. Não depende da vontade de Governo”, comentou Raimundo Lira.
Por fim, Lira ainda comentou sobre ações no Congresso Nacional que beneficiam a cidade de Campina Grande. “Romero é um prefeito muito bem avaliado e ele é testemunha do meu trabalho em relação a Campina Grande. Apresentamos a senadores e deputados uma emenda com R$ 80 milhões para que o prefeito pudesse fazer o canal de Bodocongó, uma avenida que sai da Floriano Peixoto em direção ao contorno de Campina Grande, na alça da Argemiro de Figueiredo”, finalizou o senador.

Em recente entrevista ao Correio Debate o senador Raimundo Lira (PMDB) defendeu a candidatura própria do senador José Maranhão ao governo do Estado, mas não descartou as possibilidades de aliança com quem ‘tratar melhor’ o PMDB.
Raimundo Lira também sinalizou que José Maranhão já havia se colocado à disposição do partido para ser cabeça de chapa desde fevereiro do ano passado, porém o senador afirmou que é necessário avaliar as propostas de aliança que mais valorizem o partido, e considerou alianças tanto com Ricardo Coutinho quanto com Cássio Cunha Lima.
“O senador, desde a convenção da executiva nacional do PMDB, em fevereiro do ano passado, ele se colocou como opção. Mas ele tem dito que o PMDB está junto na coligação em que o partido seja bem tratado e considerado como maior da história política da Paraíba. Ser bem tratado. Vamos ver em 2018. Quando se estabelece premissas não é o caminho ideal para política, política é negociação e entendimento. Esse é nosso desejo. Na Paraíba, todas eleições majoritárias têm seus grupos predominantes, e nós estaremos. Ele pode estar na chapa com Ricardo Coutinho ou com Cássio, onde o PMDB for melhor tratado, é onde ele estará. É importante colocar as coisas em seu devido lugar. Maranhão tem dito que está à disposição do partido para ser candidato a governador, isso não quer dizer que feche outra possibilidade. Tudo está em aberto. E eu sigo essa linha de pensamento. Onde o PMDB for melhor tratado, ele ficara”, garantiu.
O senador ainda comentou sobre política nacional ao afirmar que acha negativa a estagnação e provável diminuição do salário mínimo, mas acredita que o Governo não tem influência nesta situação. “Quem é que gosta de reduzir salário mínimo? Ninguém é favor. Isso é uma fórmula matemática que foi criada há tempo, que envolve o orçamento, que envolve arrecadação, que envolve tudo isso. Não depende da vontade de Governo”, comentou Raimundo Lira.
Por fim, Lira ainda comentou sobre ações no Congresso Nacional que beneficiam a cidade de Campina Grande. “Romero é um prefeito muito bem avaliado e ele é testemunha do meu trabalho em relação a Campina Grande. Apresentamos a senadores e deputados uma emenda com R$ 80 milhões para que o prefeito pudesse fazer o canal de Bodocongó, uma avenida que sai da Floriano Peixoto em direção ao contorno de Campina Grande, na alça da Argemiro de Figueiredo”, finalizou o senador.