Boqueirão fica 15 dias sem receber água e ainda não atingiu 10% de seu volume

10pcApesar da transposição das águas do Rio São Francisco para o açude Epitácio Pessoa, mais conhecido como Boqueirão, e que abastece Campina Grande, o manancial ainda não conseguiu atingir a marca de 10% de seu volume total de acúmulo de água, que é de 411.686.287 de metros cúbicos. Nas duas últimas semanas o aporte hídrico foi de apenas 0,03%, mantendo o açude sempre na marca de 9% de sua capacidade.
Isso aconteceu, segundo disse o presidente da Agência Executiva de gestão das Águas da Paraíba (Aesa), João Fernandes, porque houve uma manutenção na estação elevatória que abastece os mananciais da Paraíba com as águas do Rio São Francisco. Sendo assim, o açude passou 15 dias sem receber água.
“Já voltamos a ter um saldo positivo. Tivemos alguns problemas nas bombas que estão em Poções (Monteiro), pois passaram por manutenção nos últimos 15 dias, interrompendo o abastecimento, mas vamos intensificar as fiscalizações afim de evitar que isso se repita”, disse João Fernandes.
Ainda segundo o presidente da Aesa, a comunicação entre o Ministério da Integração e o órgão paraibano não acontecem com freqüência, dificultando a atuação da Aesa.
“Às vezes acontece de desligarem as bombas para uma manutenção, porém o Ministério não nos comunica, mas esse é um processo que com o tempo, acredito que deva melhorar”, afirmou.
Sobre a possibilidade de uma nova manutenção, João Fernandes amenizou, afirmando que não existem riscos, mas disse que há uma variação de vazão que pode comprometer o abastecimento dos mananciais paraibanos.
“Não há riscos de outras manutenções. A tendência é que esse sistema vá se aperfeiçoando com o tempo, mas eles (Ministério da Integração) sempre estão lidando com algumas variações na vazão das águas”, completou o presidente da Aesa, João Fernandes.
Redação

10pcApesar da transposição das águas do Rio São Francisco para o açude Epitácio Pessoa, mais conhecido como Boqueirão, e que abastece Campina Grande, o manancial ainda não conseguiu atingir a marca de 10% de seu volume total de acúmulo de água, que é de 411.686.287 de metros cúbicos. Nas duas últimas semanas o aporte hídrico foi de apenas 0,03%, mantendo o açude sempre na marca de 9% de sua capacidade.
Isso aconteceu, segundo disse o presidente da Agência Executiva de gestão das Águas da Paraíba (Aesa), João Fernandes, porque houve uma manutenção na estação elevatória que abastece os mananciais da Paraíba com as águas do Rio São Francisco. Sendo assim, o açude passou 15 dias sem receber água.
“Já voltamos a ter um saldo positivo. Tivemos alguns problemas nas bombas que estão em Poções (Monteiro), pois passaram por manutenção nos últimos 15 dias, interrompendo o abastecimento, mas vamos intensificar as fiscalizações afim de evitar que isso se repita”, disse João Fernandes.
Ainda segundo o presidente da Aesa, a comunicação entre o Ministério da Integração e o órgão paraibano não acontecem com freqüência, dificultando a atuação da Aesa.
“Às vezes acontece de desligarem as bombas para uma manutenção, porém o Ministério não nos comunica, mas esse é um processo que com o tempo, acredito que deva melhorar”, afirmou.
Sobre a possibilidade de uma nova manutenção, João Fernandes amenizou, afirmando que não existem riscos, mas disse que há uma variação de vazão que pode comprometer o abastecimento dos mananciais paraibanos.
“Não há riscos de outras manutenções. A tendência é que esse sistema vá se aperfeiçoando com o tempo, mas eles (Ministério da Integração) sempre estão lidando com algumas variações na vazão das águas”, completou o presidente da Aesa, João Fernandes.
Redação