Presidente do Stiupb volta a criticar a PPP do Saneamento durante evento da PMCG

Ao participar de um evento promovido pela Prefeitura Municipal para discutir o Projeto de Parceria Público-Privado, na sede da FIEP, neste dia 14, o presidente do Sindicato dos Urbanitários, Wilton Maia Velez, avaliou o evento como mais uma estratégia do poder municipal para tentar passar a imagem que essa parceria seria bom para a cidade, mas, conforme ele, apenas o setor privado lucra e Campina Grande poderá perder mais uma instituição, no caso a Companhia de Água e Esgotos, a Cagepa.

O presidente do Stiupb lembrou que Campina, nos anos 2000, perdeu a sua Companhia de Eletricidade, a Celb: “e o que vemos hoje, uma grita geral do consumidor popular, do comercial e do industrial revoltado com a política de tarifa adotada pela empresa que comprou a Celb, no caso a Energisa”.

Wilton disse que a partir desta PPP, onde a Prefeitura pretende assumir os destinos das Cagepa (fornecimento de água e de saneamento), haverá uma reedição da mesma história da Celb: “Um patrimônio perdido, com risco para os trabalhadores e a adoção de aumentos tarifários acima da nossa realidade”.

O EVENTO – O dirigente sindical entende que fornecimento de água e tratamento do esgoto deve ficar nas mãos do Estado: “Incrível ter que ouvir durante o evento, de um dos expositores, que a PPP, entre Prefeitura e empresas, na realização do São João, foi um sucesso. Estamos falando de água, que não deve ser tratada como mercadoria”, assinalou Wilton Maia.

Além do Stiupb, o Sintab (entidade que congrega os servidores municipais), também tem se posicionado contra a PPP que o Governo Romero Rodrigues (PSDB), quer adotar em Campina. A ideia da PMCG é executar a PPP em 16 setores do serviço público, nas áreas de Saúde e Educação.

Wilton Maia, em contato com jornalistas, durante o evento na FIEP, disse que a entidade está acompanhando de perto essas discussões e que novos movimentos serão programados, caso o prefeito coloque em votação o novo Projeto da PPP. O projeto, inclusive, já tramita na Câmara Municipal, desta feita, apresentada por dois vereadores.

Ao participar de um evento promovido pela Prefeitura Municipal para discutir o Projeto de Parceria Público-Privado, na sede da FIEP, neste dia 14, o presidente do Sindicato dos Urbanitários, Wilton Maia Velez, avaliou o evento como mais uma estratégia do poder municipal para tentar passar a imagem que essa parceria seria bom para a cidade, mas, conforme ele, apenas o setor privado lucra e Campina Grande poderá perder mais uma instituição, no caso a Companhia de Água e Esgotos, a Cagepa.

O presidente do Stiupb lembrou que Campina, nos anos 2000, perdeu a sua Companhia de Eletricidade, a Celb: “e o que vemos hoje, uma grita geral do consumidor popular, do comercial e do industrial revoltado com a política de tarifa adotada pela empresa que comprou a Celb, no caso a Energisa”.

Wilton disse que a partir desta PPP, onde a Prefeitura pretende assumir os destinos das Cagepa (fornecimento de água e de saneamento), haverá uma reedição da mesma história da Celb: “Um patrimônio perdido, com risco para os trabalhadores e a adoção de aumentos tarifários acima da nossa realidade”.

O EVENTO – O dirigente sindical entende que fornecimento de água e tratamento do esgoto deve ficar nas mãos do Estado: “Incrível ter que ouvir durante o evento, de um dos expositores, que a PPP, entre Prefeitura e empresas, na realização do São João, foi um sucesso. Estamos falando de água, que não deve ser tratada como mercadoria”, assinalou Wilton Maia.

Além do Stiupb, o Sintab (entidade que congrega os servidores municipais), também tem se posicionado contra a PPP que o Governo Romero Rodrigues (PSDB), quer adotar em Campina. A ideia da PMCG é executar a PPP em 16 setores do serviço público, nas áreas de Saúde e Educação.

Wilton Maia, em contato com jornalistas, durante o evento na FIEP, disse que a entidade está acompanhando de perto essas discussões e que novos movimentos serão programados, caso o prefeito coloque em votação o novo Projeto da PPP. O projeto, inclusive, já tramita na Câmara Municipal, desta feita, apresentada por dois vereadores.