Patrões e empregados não fecham acordo e Sindicato dos Comerciários pede fiscalização rigorosa no período natalino

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Representantes dos sindicatos patronais e dos Empregados no Comércio de Campina Grande e Região voltaram a discutir, na tarde desta quinta-feira, 21, na Delegacia do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a pauta de reivindicações da categoria comerciária, mas novamente não houve acordo para fechar a Convenção Coletiva de Trabalho 2017-2018.
Esta foi a quarta reunião que também foi medida pelo MTE. As discussões acerca do fechamento do acordo da convenção coletiva dos comerciários se arrasta há quase dois meses, sem avanços nas discussões, uma vez que os patrões não mostram disposição para negociar o reajuste salarial pleiteado pela categoria.
O presidente do Sindicato dos Comérciários de Campina Grande, José do Nascimento Coelho, informou que mesmo sem o acordo até agora a categoria está com a garantia de sua data base assegurada para 1º de novembro, uma vez que quando a convenção for fechada haverá pagamento retroativo. O sindicato está pedindo um reajuste linear de 6,5% em cima do salário base de R$ 998, enquanto os patrões só querem dar 1,82%.
Enquanto não for definido o acordo coletivo, os trabalhadores do comércio de Campina Grande, segundo o presidente do sindicato laboral, José do Nascimento Coelho, estão resguardados pela Lei Federal 11.603/2007, que no seu artigo 6º, afirma não ser permitido o trabalho em feriados nas atividades do comercio em geral, somente sendo possível mediante autorização em acordos coletivos de trabalho e observada a legislação municipal, nos termos do artigo 30, inciso I, da Constituição Federal.

FISCALIZAÇÃO
Na reunião desta quinta-feira Coelho protocolou ofício junto ao MTE pedindo uma rigorosa fiscalização no comércio campinense nos próximos dias 23 e 24, especialmente nas lojas do centro da cidade e das instaladas no Shopping Partage, já que o sindicato tem recebido várias denúncias dando conta da extrapolação da jornada de trabalho, principalmente no que diz respeito a hora extra e hora compensada.

FECOMÉRCIO
Outro assunto que vem preocupando o Sindicato dos Comerciários diz respeito a Fecomércio, que administra o Sistema Sesc/Senac e que acaba de aumentar em 200% a mensalidade de todos os cursos que ali são oferecidos. As novas mensalidades vão entrar em vigor no início de 2018. Além disso, o Sesc também suspendeu o serviço de alimentação que oferece regularmente durante o mês de janeiro.

Ascom – Sindicato dos Comerciários – CG

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Representantes dos sindicatos patronais e dos Empregados no Comércio de Campina Grande e Região voltaram a discutir, na tarde desta quinta-feira, 21, na Delegacia do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a pauta de reivindicações da categoria comerciária, mas novamente não houve acordo para fechar a Convenção Coletiva de Trabalho 2017-2018.
Esta foi a quarta reunião que também foi medida pelo MTE. As discussões acerca do fechamento do acordo da convenção coletiva dos comerciários se arrasta há quase dois meses, sem avanços nas discussões, uma vez que os patrões não mostram disposição para negociar o reajuste salarial pleiteado pela categoria.
O presidente do Sindicato dos Comérciários de Campina Grande, José do Nascimento Coelho, informou que mesmo sem o acordo até agora a categoria está com a garantia de sua data base assegurada para 1º de novembro, uma vez que quando a convenção for fechada haverá pagamento retroativo. O sindicato está pedindo um reajuste linear de 6,5% em cima do salário base de R$ 998, enquanto os patrões só querem dar 1,82%.
Enquanto não for definido o acordo coletivo, os trabalhadores do comércio de Campina Grande, segundo o presidente do sindicato laboral, José do Nascimento Coelho, estão resguardados pela Lei Federal 11.603/2007, que no seu artigo 6º, afirma não ser permitido o trabalho em feriados nas atividades do comercio em geral, somente sendo possível mediante autorização em acordos coletivos de trabalho e observada a legislação municipal, nos termos do artigo 30, inciso I, da Constituição Federal.

FISCALIZAÇÃO
Na reunião desta quinta-feira Coelho protocolou ofício junto ao MTE pedindo uma rigorosa fiscalização no comércio campinense nos próximos dias 23 e 24, especialmente nas lojas do centro da cidade e das instaladas no Shopping Partage, já que o sindicato tem recebido várias denúncias dando conta da extrapolação da jornada de trabalho, principalmente no que diz respeito a hora extra e hora compensada.

FECOMÉRCIO
Outro assunto que vem preocupando o Sindicato dos Comerciários diz respeito a Fecomércio, que administra o Sistema Sesc/Senac e que acaba de aumentar em 200% a mensalidade de todos os cursos que ali são oferecidos. As novas mensalidades vão entrar em vigor no início de 2018. Além disso, o Sesc também suspendeu o serviço de alimentação que oferece regularmente durante o mês de janeiro.

Ascom – Sindicato dos Comerciários – CG