Trans da Superliga sonha com a seleção e diz que mãe erra nome dela

transTiffany Abreu ganhou o noticiário quando foi anunciada como reforço do Vôlei Bauru para a disputa da Superliga. Mas o destaque midiático não foi só pela contratação, mas também por ela ser a primeira transexual a disputar a principal competição do país. Em entrevista à TV Tem, afiliada da Rede Globo, a jogadora contou que sonha em chegar à seleção brasileira, três anos após trocar de sexo.
“Toda jogadora de alto nível sonha com a seleção brasileira, ser campeã olímpica e temos várias no Brasil que conseguiram. Não sou diferente, tudo depende de mim. Se fizer uma boa liga, ter um bom desempenho, eu estarei nessa lista. Sem isso, não tem como estar no radar do Zé Roberto (treinador) só por estar na mídia. Sem trabalho é impossível, temos a melhor seleção do mundo”, disse Tiffany.
A atleta, que não conheceu o pai biológico, também contou que nasceu como Rodrigo Pereira de Abreu e revelou que sempre recebeu o apoio da mãe.
“Eu não tive um momento de contar pra minha família. Quando comecei a transição eu cheguei e falei. Minha família simplesmente me apoiou e me amou como sempre. Nunca tive nenhum problema, tenho uma família muito linda, maravilhosa e com muito amor, que é o mais necessário dentro de casa”, lembrou Tiffany, que, em seguida, revelou algo curioso sobre a mãe dela.
“Se gostasse do nome antigo eu não mudava, continuava com o mesmo e só mudava para o sexo feminino. Não gosto muito de Rodrigo, mas minha mãe às vezes erra, me chama pelo nome antigo. Não se acostumou ainda, porque querendo ou não fiquei toda a minha transição fora do país. Me identifiquei muito mais com esse nome, o antigo não gosto porque me traz uma lembrança da pessoa que eu tentei esconder”, finalizou.
MSN

transTiffany Abreu ganhou o noticiário quando foi anunciada como reforço do Vôlei Bauru para a disputa da Superliga. Mas o destaque midiático não foi só pela contratação, mas também por ela ser a primeira transexual a disputar a principal competição do país. Em entrevista à TV Tem, afiliada da Rede Globo, a jogadora contou que sonha em chegar à seleção brasileira, três anos após trocar de sexo.
“Toda jogadora de alto nível sonha com a seleção brasileira, ser campeã olímpica e temos várias no Brasil que conseguiram. Não sou diferente, tudo depende de mim. Se fizer uma boa liga, ter um bom desempenho, eu estarei nessa lista. Sem isso, não tem como estar no radar do Zé Roberto (treinador) só por estar na mídia. Sem trabalho é impossível, temos a melhor seleção do mundo”, disse Tiffany.
A atleta, que não conheceu o pai biológico, também contou que nasceu como Rodrigo Pereira de Abreu e revelou que sempre recebeu o apoio da mãe.
“Eu não tive um momento de contar pra minha família. Quando comecei a transição eu cheguei e falei. Minha família simplesmente me apoiou e me amou como sempre. Nunca tive nenhum problema, tenho uma família muito linda, maravilhosa e com muito amor, que é o mais necessário dentro de casa”, lembrou Tiffany, que, em seguida, revelou algo curioso sobre a mãe dela.
“Se gostasse do nome antigo eu não mudava, continuava com o mesmo e só mudava para o sexo feminino. Não gosto muito de Rodrigo, mas minha mãe às vezes erra, me chama pelo nome antigo. Não se acostumou ainda, porque querendo ou não fiquei toda a minha transição fora do país. Me identifiquei muito mais com esse nome, o antigo não gosto porque me traz uma lembrança da pessoa que eu tentei esconder”, finalizou.
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