Comerciários devem ir às ruas de Campina protestar contra os patrões. Ultima chance de acordo será dia 23

semAcordoFrente ao impasse com os sindicatos patronais, que continuam resistentes à apresentação de propostas satisfatórias para a celebração do acordo coletivo 2017/2018 da categoria, o Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Campina Grande e Região está articulando uma grande mobilização dos comerciários, para pressionar os patrões a atenderem as reivindicações da categoria.
Nesta quarta-feira (17) mais uma reunião com os representantes dos trabalhadores e lojistas chegou ao fim sem avanços quanto ao reajuste salarial do piso da categoria e outras cláusulas constantes da proposta da convenção. O desgaste no processo de negociação vem causando intranquilidade aos trabalhadores, que exigem de sua entidade sindical uma solução.
A sexta rodada de negociação aconteceu no Sindilojas, na Rua Maciel Pinheiro, Centro, tendo sido encerrada no início da noite. O Sindicato dos comerciários tenta negociar um reajuste de 3% para o piso dos trabalhadores, que continua recebendo o mesmo valor da convenção anterior (R$ 998,00). Os empresários não assimilam a proposta, o que dificulta o fechamento do acordo.
Outras cláusulas econômicas da convenção também encontram resistência no processo e negociação, segundo informou o presidente do Sindicato dos Comerciários, Jose do Nascimento Coelho. Estas dificuldades são atribuídas à legislação da reforma trabalhista, uma realidade vivenciada no momento pelos comerciários de várias cidades do país.
Há mais de dois meses com os salários congelados, e consequentemente, sem a garantia de seus direitos trabalhistas, os comerciários de Campina Grande enfrentam o aperto financeiro nunca visto antes, conforme disse Coelho.

SÉTIMA REUNIÃO
Na perspectiva do fechamento do acordo definitivo com a classe patronal o Sindicato dos Comerciários volta a se reunir com os patrões no próximo dia 23, a partir das 16 horas, no Sindilojas. Caso não haja acordo a categoria trabalhadora deve organizar um movimento de protesto nas ruas de Campina Grande.

Texto: Ascom – Sindicato dos Comerciários

semAcordoFrente ao impasse com os sindicatos patronais, que continuam resistentes à apresentação de propostas satisfatórias para a celebração do acordo coletivo 2017/2018 da categoria, o Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Campina Grande e Região está articulando uma grande mobilização dos comerciários, para pressionar os patrões a atenderem as reivindicações da categoria.
Nesta quarta-feira (17) mais uma reunião com os representantes dos trabalhadores e lojistas chegou ao fim sem avanços quanto ao reajuste salarial do piso da categoria e outras cláusulas constantes da proposta da convenção. O desgaste no processo de negociação vem causando intranquilidade aos trabalhadores, que exigem de sua entidade sindical uma solução.
A sexta rodada de negociação aconteceu no Sindilojas, na Rua Maciel Pinheiro, Centro, tendo sido encerrada no início da noite. O Sindicato dos comerciários tenta negociar um reajuste de 3% para o piso dos trabalhadores, que continua recebendo o mesmo valor da convenção anterior (R$ 998,00). Os empresários não assimilam a proposta, o que dificulta o fechamento do acordo.
Outras cláusulas econômicas da convenção também encontram resistência no processo e negociação, segundo informou o presidente do Sindicato dos Comerciários, Jose do Nascimento Coelho. Estas dificuldades são atribuídas à legislação da reforma trabalhista, uma realidade vivenciada no momento pelos comerciários de várias cidades do país.
Há mais de dois meses com os salários congelados, e consequentemente, sem a garantia de seus direitos trabalhistas, os comerciários de Campina Grande enfrentam o aperto financeiro nunca visto antes, conforme disse Coelho.

SÉTIMA REUNIÃO
Na perspectiva do fechamento do acordo definitivo com a classe patronal o Sindicato dos Comerciários volta a se reunir com os patrões no próximo dia 23, a partir das 16 horas, no Sindilojas. Caso não haja acordo a categoria trabalhadora deve organizar um movimento de protesto nas ruas de Campina Grande.

Texto: Ascom – Sindicato dos Comerciários