O novo começo

ncaminhoE, aí, Você está andando por um caminho onde nada dá certo.
Vamos usar a metáfora do caminho e cada uma das coisas negativas que eu falar Você coloca aí uma pendenga que tem aparecido na sua vida.
Pode ser?
Vamos lá:
O caminho pelo qual tem andado é um tanto largo e bem arborizado, pássaros cantando e acima dele o céu é sempre azul.
Durante o dia, sol brilhante e nuvens na medida certa para que tenha sombra suficiente.
À noite, estrelas espetaculares, a lua que mostra a cara em cada uma de suas fases.
Mesmo assim, a caminhada não é fácil.
O caminho, mesmo sendo largo, é tortuoso e muito, muito pedregoso e esburacado.
Em alguns momentos, existem abismos de ambos os lados e as curvas parecem que nunca acabarão.
As pessoas que por ali transitam têm o semblante dos que, continuamente, desejam o mal a quem por elas passam.
Armadilhas estão por toda a parte e tudo é tão perigoso que é nítida a impressão de que, a qualquer momento, será o fim.
Por mais que Você tente fazer algo produtivo em algum canto daquela estrada pedregosa, nada dá certo.
Nada prospera.
Mesmo assim, continua andando, continua tentando.
Desvia-se de uma armadilha aqui.
Pula um buraco ali.
Segura forte, muito firme, no galho de uma árvore para não despencar em um abismo que surge do nada e segue em frente.
Quando se rende ao cansaço, para.
Senta à sombra de uma árvore e tenta descobrir o motivo pelo qual nada, nada dá certo naquele caminho.
Vê todas as possibilidades e conclui que aquele caminho, por mais difícil que pareça, foi o que Você escolheu e, por isso, continua.
E lá vai a sua pessoa: caindo, levantando, dando cabeçada.
Ora chorando, ora rindo, mais chorando do que rindo, mesmo assim, ainda caminha.
Até que, lá pelas tantas, dá um tropeção tão grande e cai no mais profundo de todos os buracos.
Lá no fundo, enquanto procura a corda que leva para situações de emergência, encontra seu plano de ação.
Aquele plano tão detalhado que fez antes de começar a caminhada, antes de tomar aquele rumo na vida.
Lê cada um dos itens anotados, cada um dos objetivos traçados e olha para os lados.
A cada item analisado, percebe que está longe, muito longe daquilo que definiu como meta.
Por um momento, se dá conta de que está fazendo tudo errado.
Caso continue andando naquele ritmo e, principalmente, naquela direção, jamais as coisas darão certo, jamais chegará aonde pretende.
Analisa rapidamente e se dá conta de quantos atalhos trilhou, percebe o quanto se adaptou de maneira negativa a sua rota, de como se desviou dela.
Enquanto observa o plano que deveria ter seguido, vê um recado escrito a mão:
“Filho, seu planejamento está bem feito e você alcançará os resultados que pretende caso o siga. Mas se, em algum momento, perceber que está perdido ou no rumo errado, não hesite: reveja o mapa, as estratégias e comece outra vez.”
Acabando de ler isso, Você dá o maior de todos os pulos, em poucos, minutos sai do buraco e começa a correr.
Na sua correria desesperada, procura o lugar onde se desviara do seu rumo original.
Por milagre dos caminhos tortuosos, encontra o exato lugar onde as coisas tomaram o rumo do desandar.
Ali, você respira, conversa com o Criador, descansa e, depois de refletir sobre seus muitos erros e alguns acertos, depois de curar algumas das feridas, se levanta para ir de novo.
Começa devagar.
Devagarzinho.
Um passo de cada vez.
Não há o que falar em recomeço, não é recomeço.
É começo de novo.
É novo caminho.
O rumo certo.
Mesmo sendo um rumo novo, agora certo, o caminhante é o mesmo, já cansado, calejado, ferido.
Tudo parece ser tão difícil que a ideia de ficar parado à beira do caminho, esperando sabe-se lá o que, parece ser o mais sensato.
Mas não pode.
Esse seria o mais deplorável de todos os fins.
Pensando que esse não é o fim que deseja para si mesmo, continua.
Com a caminhada nesse novo rumo, desse novo jeito, as coisas começam a mudar.
Quando os resultados do caminho novo começam a aparecer, a alegria é tanta que você nem mais se lembra do que causara aquelas cicatrizes.
Feridas?
Existiram, mas, agora saradas, mostram apenas na pele que, um dia, Você teve coragem de admitir que estava no caminho errado, voltar e seguir o novo, o certo.
Começar de novo é para os fortes é pra gente como Você.
Feliz tudo novo de novo!
Vivi Antunes é ajuntadora de letrinhas e assim o faz às segundas, quartas e sextas no www.viviantunes.com.br

ncaminhoE, aí, Você está andando por um caminho onde nada dá certo.
Vamos usar a metáfora do caminho e cada uma das coisas negativas que eu falar Você coloca aí uma pendenga que tem aparecido na sua vida.
Pode ser?
Vamos lá:
O caminho pelo qual tem andado é um tanto largo e bem arborizado, pássaros cantando e acima dele o céu é sempre azul.
Durante o dia, sol brilhante e nuvens na medida certa para que tenha sombra suficiente.
À noite, estrelas espetaculares, a lua que mostra a cara em cada uma de suas fases.
Mesmo assim, a caminhada não é fácil.
O caminho, mesmo sendo largo, é tortuoso e muito, muito pedregoso e esburacado.
Em alguns momentos, existem abismos de ambos os lados e as curvas parecem que nunca acabarão.
As pessoas que por ali transitam têm o semblante dos que, continuamente, desejam o mal a quem por elas passam.
Armadilhas estão por toda a parte e tudo é tão perigoso que é nítida a impressão de que, a qualquer momento, será o fim.
Por mais que Você tente fazer algo produtivo em algum canto daquela estrada pedregosa, nada dá certo.
Nada prospera.
Mesmo assim, continua andando, continua tentando.
Desvia-se de uma armadilha aqui.
Pula um buraco ali.
Segura forte, muito firme, no galho de uma árvore para não despencar em um abismo que surge do nada e segue em frente.
Quando se rende ao cansaço, para.
Senta à sombra de uma árvore e tenta descobrir o motivo pelo qual nada, nada dá certo naquele caminho.
Vê todas as possibilidades e conclui que aquele caminho, por mais difícil que pareça, foi o que Você escolheu e, por isso, continua.
E lá vai a sua pessoa: caindo, levantando, dando cabeçada.
Ora chorando, ora rindo, mais chorando do que rindo, mesmo assim, ainda caminha.
Até que, lá pelas tantas, dá um tropeção tão grande e cai no mais profundo de todos os buracos.
Lá no fundo, enquanto procura a corda que leva para situações de emergência, encontra seu plano de ação.
Aquele plano tão detalhado que fez antes de começar a caminhada, antes de tomar aquele rumo na vida.
Lê cada um dos itens anotados, cada um dos objetivos traçados e olha para os lados.
A cada item analisado, percebe que está longe, muito longe daquilo que definiu como meta.
Por um momento, se dá conta de que está fazendo tudo errado.
Caso continue andando naquele ritmo e, principalmente, naquela direção, jamais as coisas darão certo, jamais chegará aonde pretende.
Analisa rapidamente e se dá conta de quantos atalhos trilhou, percebe o quanto se adaptou de maneira negativa a sua rota, de como se desviou dela.
Enquanto observa o plano que deveria ter seguido, vê um recado escrito a mão:
“Filho, seu planejamento está bem feito e você alcançará os resultados que pretende caso o siga. Mas se, em algum momento, perceber que está perdido ou no rumo errado, não hesite: reveja o mapa, as estratégias e comece outra vez.”
Acabando de ler isso, Você dá o maior de todos os pulos, em poucos, minutos sai do buraco e começa a correr.
Na sua correria desesperada, procura o lugar onde se desviara do seu rumo original.
Por milagre dos caminhos tortuosos, encontra o exato lugar onde as coisas tomaram o rumo do desandar.
Ali, você respira, conversa com o Criador, descansa e, depois de refletir sobre seus muitos erros e alguns acertos, depois de curar algumas das feridas, se levanta para ir de novo.
Começa devagar.
Devagarzinho.
Um passo de cada vez.
Não há o que falar em recomeço, não é recomeço.
É começo de novo.
É novo caminho.
O rumo certo.
Mesmo sendo um rumo novo, agora certo, o caminhante é o mesmo, já cansado, calejado, ferido.
Tudo parece ser tão difícil que a ideia de ficar parado à beira do caminho, esperando sabe-se lá o que, parece ser o mais sensato.
Mas não pode.
Esse seria o mais deplorável de todos os fins.
Pensando que esse não é o fim que deseja para si mesmo, continua.
Com a caminhada nesse novo rumo, desse novo jeito, as coisas começam a mudar.
Quando os resultados do caminho novo começam a aparecer, a alegria é tanta que você nem mais se lembra do que causara aquelas cicatrizes.
Feridas?
Existiram, mas, agora saradas, mostram apenas na pele que, um dia, Você teve coragem de admitir que estava no caminho errado, voltar e seguir o novo, o certo.
Começar de novo é para os fortes é pra gente como Você.
Feliz tudo novo de novo!
Vivi Antunes é ajuntadora de letrinhas e assim o faz às segundas, quartas e sextas no www.viviantunes.com.br