Fechado acordo coletivo dos comerciários. Piso sobe para 1.027 Reais

acordoFechadoOs Sindicatos dos Trabalhadores do Comércio de Campina Grande e Região e os da classe patronal, após exaustivas reuniões, fecharam a Convenção Coletiva de Trabalho para o período 2017/2018. O reajuste salarial elevou o piso da categoria para R$ 1.027,00, retroativo a 1º de novembro, data base da categoria.
As dificuldades no processo de negociação já eram esperadas pelo Sindicato dos Comerciários, em função da nova lei (reforma trabalhista) em vigor desde novembro do ano passado, segundo afirma o presidente do Sindicato laboral, José do nascimento Coelho. Desde que a pauta tinha sido entregue aos patrões, em outubro do ano passado, representantes dos trabalhadores e dos lojistas se reuniram mais de dez vezes, algumas reuniões foram realizadas na Delegacia Regional do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), entretanto, sem grandes avanços.
O impasse envolvendo os sindicatos dos Comerciários e patronais, se estendeu durante todo o mês de janeiro do corrente ano, tendo o acordo sido fechado a duras penas. Apesar da intransigência dos empregadores, o Sindicato laboral conseguiu manter boa parte das cláusulas constantes na convenção anterior, a exemplo do pagamento dos abonos para quem trabalha aos domingos e feriados, além da folga a ser tirada até o 21º dia, após o dia tralhado.
Foi acordado também a manutenção da folga 6X1, para quem trabalha aos domingos; o pagamento da “quebra do caixa” para os operadores de caixas; dia da confraternização do Comerciário na terceira segunda-feira de agosto; seguro de vida e acidentes pessoais, além de outras cláusulas econômicas e sociais.

Texto: Ascom – Sindicato dos Comerciários

acordoFechadoOs Sindicatos dos Trabalhadores do Comércio de Campina Grande e Região e os da classe patronal, após exaustivas reuniões, fecharam a Convenção Coletiva de Trabalho para o período 2017/2018. O reajuste salarial elevou o piso da categoria para R$ 1.027,00, retroativo a 1º de novembro, data base da categoria.
As dificuldades no processo de negociação já eram esperadas pelo Sindicato dos Comerciários, em função da nova lei (reforma trabalhista) em vigor desde novembro do ano passado, segundo afirma o presidente do Sindicato laboral, José do nascimento Coelho. Desde que a pauta tinha sido entregue aos patrões, em outubro do ano passado, representantes dos trabalhadores e dos lojistas se reuniram mais de dez vezes, algumas reuniões foram realizadas na Delegacia Regional do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), entretanto, sem grandes avanços.
O impasse envolvendo os sindicatos dos Comerciários e patronais, se estendeu durante todo o mês de janeiro do corrente ano, tendo o acordo sido fechado a duras penas. Apesar da intransigência dos empregadores, o Sindicato laboral conseguiu manter boa parte das cláusulas constantes na convenção anterior, a exemplo do pagamento dos abonos para quem trabalha aos domingos e feriados, além da folga a ser tirada até o 21º dia, após o dia tralhado.
Foi acordado também a manutenção da folga 6X1, para quem trabalha aos domingos; o pagamento da “quebra do caixa” para os operadores de caixas; dia da confraternização do Comerciário na terceira segunda-feira de agosto; seguro de vida e acidentes pessoais, além de outras cláusulas econômicas e sociais.

Texto: Ascom – Sindicato dos Comerciários