Boko Haram liberta parte das meninas sequestradas na Nigéria

livresO grupo terrorista islâmico Boko Haram libertou nesta quarta-feira (21) 76 das 110 meninas que haviam sequestradas em fevereiro em Dapchi, cidade no nordeste da Nigéria, de acordo com o governo.
O Ministério da Informação e Cultura da Nigéria, Alhaji Lai Mohammed, informou que não foi pago resgate.
“O governo tinha um claro entendimento de que a violência e o confronto não seriam a saída, pois poderiam colocar em risco a vida das meninas. Por isso, uma abordagem não violenta era a opção preferida”, afirmou Mohammed, de acordo com a BBC.
A “única condição” imposta pelos extremistas foi de libertá-las sem a presença militar na cidade de Dapchi.
O pai de uma delas disse à BBC que os extremistas entraram na cidade em uma carreata durante madrugada, entregaram as meninas à comunidade e fugiram logo em seguida. As meninas pareciam abatidas e cansadas.
Embora as autoridades não confirmem, familiares disseram à Reuters que uma estudante morreu em cativeiro e cinco permanecem com os sequestradores. É possível que o número de meninas libertadas seja maior já que elas procuraram diretamente as famílias.
Integrantes do grupo extremista fortemente armados invadiram o colégio Girls Science Secondary School, em 19 de fevereiro. No momento do ataque havia 710 alunas no internato, que recebe jovens a partir de 11 anos de idade.
G1

livresO grupo terrorista islâmico Boko Haram libertou nesta quarta-feira (21) 76 das 110 meninas que haviam sequestradas em fevereiro em Dapchi, cidade no nordeste da Nigéria, de acordo com o governo.
O Ministério da Informação e Cultura da Nigéria, Alhaji Lai Mohammed, informou que não foi pago resgate.
“O governo tinha um claro entendimento de que a violência e o confronto não seriam a saída, pois poderiam colocar em risco a vida das meninas. Por isso, uma abordagem não violenta era a opção preferida”, afirmou Mohammed, de acordo com a BBC.
A “única condição” imposta pelos extremistas foi de libertá-las sem a presença militar na cidade de Dapchi.
O pai de uma delas disse à BBC que os extremistas entraram na cidade em uma carreata durante madrugada, entregaram as meninas à comunidade e fugiram logo em seguida. As meninas pareciam abatidas e cansadas.
Embora as autoridades não confirmem, familiares disseram à Reuters que uma estudante morreu em cativeiro e cinco permanecem com os sequestradores. É possível que o número de meninas libertadas seja maior já que elas procuraram diretamente as famílias.
Integrantes do grupo extremista fortemente armados invadiram o colégio Girls Science Secondary School, em 19 de fevereiro. No momento do ataque havia 710 alunas no internato, que recebe jovens a partir de 11 anos de idade.
G1