Para presidente da Associação Comercial, empresas locais são carentes de profissionais para trabalhar no comércio eletrônico

faltaO presidente da Associação Comercial e Empresarial de Campina Grande, empresário Marcos Procópio, durante entrevista à imprensa na manhã desta terça-feira, classificou o crescimento do comércio eletrônico no Brasil como uma tendência que se confirma anualmente.
A tendência para 2018 é que o e-commerce brasileiro continue crescendo dadas as expectativas de recuperação da economia e da diminuição do índice de desemprego. Outro fator que indica essa tendência é o crescimento acumulado de 88% sobre o faturamento do comércio eletrônico nos últimos 4 anos, devendo faturar R$ 70 bilhões este ano.
Na mesma entrevista, Marcos Procópio também mencionou que falta formação profissional para inserir trabalhadores nesse novo mercado de trabalho. Segundo Procópio, é preciso que as instituições de ensino técnico e superior ofereçam formação acadêmica para quem pretende atuar no comércio eletrônico.
De acordo ainda com o dirigente empresarial, a atuação das universidades é fundamental na formação de profissionais de marketing digital, gerente de comércio eletrônico e gerente de logística, por exemplo.
Marcos Procópio ressaltou que a sociedade desenvolveu um novo modelo de consumo baseado na internet. Para o presidente da Associação Comercial, o empresariado local precisa se estruturar para atender às exigências do consumidor online. “Hoje, a concorrência não é apenas local, ela está na China e nos EUA, por exemplo, de onde vem a maior parte das compras online, e que podem ser alcançadas em frações de segundo, apenas com um toque na tela do celular.
Para o presidente da ACCG, o mercado está diante da “geração conectada”, que tem no jovem o seu principal consumidor.

MARKETPLACE
Para Marcos Procópio, a tendência é que os modelos de marketplace aumentem seu poder de concentração sobre os negócios no Brasil, se constituindo num forte concorrente para os pequenos negócios. Estas ferramentas online se apresentam como verdadeiros shopping centers que vendem todo tipo de produto, de eletrônicos a peças de carro. “Os empresários precisam estar atentos a essas transformações da economia e aos novos modelos de negócios online”, acrescentou para sublinhar que a Associação Comercial tem realizado eventos para sensibilizar e atualizar a classe empresarial sobre o avanço das tecnologias na economia, principalmente no comércio de eletrônicos, roupas, cosméticos e calçados.

faltaO presidente da Associação Comercial e Empresarial de Campina Grande, empresário Marcos Procópio, durante entrevista à imprensa na manhã desta terça-feira, classificou o crescimento do comércio eletrônico no Brasil como uma tendência que se confirma anualmente.
A tendência para 2018 é que o e-commerce brasileiro continue crescendo dadas as expectativas de recuperação da economia e da diminuição do índice de desemprego. Outro fator que indica essa tendência é o crescimento acumulado de 88% sobre o faturamento do comércio eletrônico nos últimos 4 anos, devendo faturar R$ 70 bilhões este ano.
Na mesma entrevista, Marcos Procópio também mencionou que falta formação profissional para inserir trabalhadores nesse novo mercado de trabalho. Segundo Procópio, é preciso que as instituições de ensino técnico e superior ofereçam formação acadêmica para quem pretende atuar no comércio eletrônico.
De acordo ainda com o dirigente empresarial, a atuação das universidades é fundamental na formação de profissionais de marketing digital, gerente de comércio eletrônico e gerente de logística, por exemplo.
Marcos Procópio ressaltou que a sociedade desenvolveu um novo modelo de consumo baseado na internet. Para o presidente da Associação Comercial, o empresariado local precisa se estruturar para atender às exigências do consumidor online. “Hoje, a concorrência não é apenas local, ela está na China e nos EUA, por exemplo, de onde vem a maior parte das compras online, e que podem ser alcançadas em frações de segundo, apenas com um toque na tela do celular.
Para o presidente da ACCG, o mercado está diante da “geração conectada”, que tem no jovem o seu principal consumidor.

MARKETPLACE
Para Marcos Procópio, a tendência é que os modelos de marketplace aumentem seu poder de concentração sobre os negócios no Brasil, se constituindo num forte concorrente para os pequenos negócios. Estas ferramentas online se apresentam como verdadeiros shopping centers que vendem todo tipo de produto, de eletrônicos a peças de carro. “Os empresários precisam estar atentos a essas transformações da economia e aos novos modelos de negócios online”, acrescentou para sublinhar que a Associação Comercial tem realizado eventos para sensibilizar e atualizar a classe empresarial sobre o avanço das tecnologias na economia, principalmente no comércio de eletrônicos, roupas, cosméticos e calçados.