Agenda Internacional da Indústria apresenta 98 ações para ampliar inserção do Brasil no comércio exterior

Negociação de acordos, facilitação e desburocratização do comércio exterior, defesa comercial e apoio às empresas no processo de internacionalização serão os principais focos de atuação internacional da indústria neste ano. Detalhadas em 98 ações prioritárias, medidas compõem a Agenda Internacional da Indústria 2018, lançada nesta terça-feira (27), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A agenda é dividida em dois eixos: influência sobre política comercial e serviços de apoio à internacionalização, cada uma com nove temas. A seleção de prioridades é resultado de ampla consulta a federações, associações, sindicatos patronais, além de empresas de todos os portes. Os resultados da pesquisa Desafios à Competitividade das Exportações Brasileiras, de 2016, também orientaram a escolha de ações prioritárias.

“Uma maior e melhor integração à economia mundial é parte essencial da estratégia para que o Brasil se torne um país mais produtivo, competitivo e desenvolvido. Assim, mesmo em um ano eleitoral, como 2018, não pode servir de justificativa para se deixar de avançar no aperfeiçoamento da política comercial brasileira”, afirma o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi.

A CNI defende avanços em cada um dos eixos prioritários. Em política comercial, a Confederação destaca a importância de concluir o acordo de livre comércio do Mercosul com a União Europeia e ampliar o acordo entre o Brasil e o México. Ao mesmo tempo, com a costura de novas parcerias comerciais, o Brasil precisa fortalecer seu sistema de defesa comercial, como meio de combater práticas desleais.

Além disso, para a indústria é preciso implementar medidas de facilitação e desburocratização, como o Portal Único de Comércio Exterior, e aperfeiçoar outros, a exemplo do programa brasileiro de Operador Econômico Autorizado (OEA). O atraso e a burocracia alfandegários tem um custo equivalente a um imposto de 15% na exportação e 14% na importação brasileira.

APOIO À INTERNACIONALIZAÇÃO
O eixo de serviços de apoio à internacionalização é igualmente relevante, uma vez que a amplicação e qualificação da inserção do Brasil no comércio global requer preparação por parte das empresas nacionais. Entre as recomendações da Agenda Internacional da Indústria, está a consolidação de serviços que apoiem as empresas em seus planos de internacionalização. Um dos exemplos é o Rota Global, programa da CNI financiados com recursos da iniciativa europeia AL-Invest, que está capacitando 450 empresas não exportadores para buscarem oportunidades fora do país.

Outra prioridade é aprimorar a utilização do carnê de admissão temporária – o ATA Carnet. O documento simplifica e desburocratiza o processo de exportação ou importação temporária de bens e permite que produtos circulem por 77 países sem a incidência de impostos de importação. Apesar disso é pouco utilizado pelas empresas e enfrenta desafios operacionais nas aduanas.

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Negociação de acordos, facilitação e desburocratização do comércio exterior, defesa comercial e apoio às empresas no processo de internacionalização serão os principais focos de atuação internacional da indústria neste ano. Detalhadas em 98 ações prioritárias, medidas compõem a Agenda Internacional da Indústria 2018, lançada nesta terça-feira (27), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A agenda é dividida em dois eixos: influência sobre política comercial e serviços de apoio à internacionalização, cada uma com nove temas. A seleção de prioridades é resultado de ampla consulta a federações, associações, sindicatos patronais, além de empresas de todos os portes. Os resultados da pesquisa Desafios à Competitividade das Exportações Brasileiras, de 2016, também orientaram a escolha de ações prioritárias.

“Uma maior e melhor integração à economia mundial é parte essencial da estratégia para que o Brasil se torne um país mais produtivo, competitivo e desenvolvido. Assim, mesmo em um ano eleitoral, como 2018, não pode servir de justificativa para se deixar de avançar no aperfeiçoamento da política comercial brasileira”, afirma o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi.

A CNI defende avanços em cada um dos eixos prioritários. Em política comercial, a Confederação destaca a importância de concluir o acordo de livre comércio do Mercosul com a União Europeia e ampliar o acordo entre o Brasil e o México. Ao mesmo tempo, com a costura de novas parcerias comerciais, o Brasil precisa fortalecer seu sistema de defesa comercial, como meio de combater práticas desleais.

Além disso, para a indústria é preciso implementar medidas de facilitação e desburocratização, como o Portal Único de Comércio Exterior, e aperfeiçoar outros, a exemplo do programa brasileiro de Operador Econômico Autorizado (OEA). O atraso e a burocracia alfandegários tem um custo equivalente a um imposto de 15% na exportação e 14% na importação brasileira.

APOIO À INTERNACIONALIZAÇÃO
O eixo de serviços de apoio à internacionalização é igualmente relevante, uma vez que a amplicação e qualificação da inserção do Brasil no comércio global requer preparação por parte das empresas nacionais. Entre as recomendações da Agenda Internacional da Indústria, está a consolidação de serviços que apoiem as empresas em seus planos de internacionalização. Um dos exemplos é o Rota Global, programa da CNI financiados com recursos da iniciativa europeia AL-Invest, que está capacitando 450 empresas não exportadores para buscarem oportunidades fora do país.

Outra prioridade é aprimorar a utilização do carnê de admissão temporária – o ATA Carnet. O documento simplifica e desburocratiza o processo de exportação ou importação temporária de bens e permite que produtos circulem por 77 países sem a incidência de impostos de importação. Apesar disso é pouco utilizado pelas empresas e enfrenta desafios operacionais nas aduanas.

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