Analista de Recursos Humanos incentiva manifestantes jogar ovos na caravana de Lula no Paraná

Manifestantes que participaram de uma carreata anti-Lula na tarde desta quarta-feira (28) pelas ruas de Curitiba (PR) tentaram invadir o protesto petista na praça Santos Andrade, no centro, mas foram impedidos pela cavalaria da Polícia Militar.
Eles marcharam da praça 19 de Dezembro até cerca de 400 m da manifestação de Lula, gritando “Lula ladrão, seu lugar é na prisão” e “Viva Sergio Moro” e carregando bandeiras do Brasil. “A gente só quer gritar pra não deixar ele falar”, disse uma senhora a um policial.
A carreata tinha como destino a praça 19 de dezembro, a menos de 1 km do protesto petista. Chegando lá, os manifestantes decidiram caminhar até Lula.
Um dos coordenadores avisou aos manifestantes que era responsável pela segurança e que a PM não os havia deixado ocupar a praça, apenas chegar perto. “Ele está lavando as mãos”, disse um dos presentes, enquanto o resto vaiava a determinação.

CARREATA
Mais cedo, os ativistas se reuniram em cerca de 50 carros e um trio elétrico, por volta das 15h, no estacionamento do Parque Barigui. Cristiano Roger, 40, analista de Recursos Humanos e líder do “Curitiba Contra Corrupção”, orientava uma possível ovada na caravana do ex-presidente. “A comitiva vai passar aqui, o ideal seria o pessoal ir do outro lado, jogar os seus ovos e depois a gente começar a carreata.” Não passou.
Cristiano disse que o grupo não levou os ovos, que teriam sido trazidos espontaneamente pelos manifestantes. Ele afirmou que o trio elétrico foi financiado com uma “vaquinha” dos membros e venda de camisas e pixulecos.
A reportagem acompanhou a carreata no primeiro carro, conduzido pelo empresário João Parolin, 38. Parolin diz ser o coordenador da segurança do “Curitiba Contra Corrupção”, um dos três grupos responsáveis pela manifestação, ao lado do “Acampamento Lava Jato” e “Patriotas Paraná”.
Ele afirmou que trabalha junto com a Polícia Militar para garantir a tranquilidade dos protestos. Sobre a ovada, disse que uma empresa chegou para vender e que os manifestantes se animaram, mas que não concorda com o ato. “Não posso permitir que façam esse tipo de coisa.”
Para acalmar os manifestantes e dar o pontapé na carreata, Parolin prometeu levá-los à casa do senador Roberto Requião, da ala dissidente do MDB. Requião anunciou que estará presente no protesto pró-Lula.
A carreata, de fato, passou pela casa do senador, mas Parolin não avisou os manifestantes. “Eu só quero que ele ouça.” Do carro de som, gritos de ordem criticando o STF e defendendo a imediata prisão de Lula.
Entre os cantos, “Olê olê STF é puxadinho do PT” e “Chora petista, bolivariano, a roubalheira do PT tá acabando”.
O tenente Tiago Vieira, que estava no estacionamento do Barigui, afirmou que a corporação temia confrontos entre manifestantes opostos no fim da tarde, mas que o reforço no policiamento visava evitar este tipo de problema.
MSN com informações da Folhapress

Manifestantes que participaram de uma carreata anti-Lula na tarde desta quarta-feira (28) pelas ruas de Curitiba (PR) tentaram invadir o protesto petista na praça Santos Andrade, no centro, mas foram impedidos pela cavalaria da Polícia Militar.
Eles marcharam da praça 19 de Dezembro até cerca de 400 m da manifestação de Lula, gritando “Lula ladrão, seu lugar é na prisão” e “Viva Sergio Moro” e carregando bandeiras do Brasil. “A gente só quer gritar pra não deixar ele falar”, disse uma senhora a um policial.
A carreata tinha como destino a praça 19 de dezembro, a menos de 1 km do protesto petista. Chegando lá, os manifestantes decidiram caminhar até Lula.
Um dos coordenadores avisou aos manifestantes que era responsável pela segurança e que a PM não os havia deixado ocupar a praça, apenas chegar perto. “Ele está lavando as mãos”, disse um dos presentes, enquanto o resto vaiava a determinação.

CARREATA
Mais cedo, os ativistas se reuniram em cerca de 50 carros e um trio elétrico, por volta das 15h, no estacionamento do Parque Barigui. Cristiano Roger, 40, analista de Recursos Humanos e líder do “Curitiba Contra Corrupção”, orientava uma possível ovada na caravana do ex-presidente. “A comitiva vai passar aqui, o ideal seria o pessoal ir do outro lado, jogar os seus ovos e depois a gente começar a carreata.” Não passou.
Cristiano disse que o grupo não levou os ovos, que teriam sido trazidos espontaneamente pelos manifestantes. Ele afirmou que o trio elétrico foi financiado com uma “vaquinha” dos membros e venda de camisas e pixulecos.
A reportagem acompanhou a carreata no primeiro carro, conduzido pelo empresário João Parolin, 38. Parolin diz ser o coordenador da segurança do “Curitiba Contra Corrupção”, um dos três grupos responsáveis pela manifestação, ao lado do “Acampamento Lava Jato” e “Patriotas Paraná”.
Ele afirmou que trabalha junto com a Polícia Militar para garantir a tranquilidade dos protestos. Sobre a ovada, disse que uma empresa chegou para vender e que os manifestantes se animaram, mas que não concorda com o ato. “Não posso permitir que façam esse tipo de coisa.”
Para acalmar os manifestantes e dar o pontapé na carreata, Parolin prometeu levá-los à casa do senador Roberto Requião, da ala dissidente do MDB. Requião anunciou que estará presente no protesto pró-Lula.
A carreata, de fato, passou pela casa do senador, mas Parolin não avisou os manifestantes. “Eu só quero que ele ouça.” Do carro de som, gritos de ordem criticando o STF e defendendo a imediata prisão de Lula.
Entre os cantos, “Olê olê STF é puxadinho do PT” e “Chora petista, bolivariano, a roubalheira do PT tá acabando”.
O tenente Tiago Vieira, que estava no estacionamento do Barigui, afirmou que a corporação temia confrontos entre manifestantes opostos no fim da tarde, mas que o reforço no policiamento visava evitar este tipo de problema.
MSN com informações da Folhapress