Cientistas descobrem novo órgão no corpo humano

novoOrgaoCientistas das universidades de Pensilvânia e de Nova York acreditam ter descoberto aquele que seria o maior órgão do corpo humano. Batizado como “interstício”, ele representa uma rede de tecidos que atua nos espaços de conexão de órgãos do corpo, como o sistema urinário e os pulmões. Na sua estrutura, dividida por uma série de canais com passagens de fluidos e interligada por redes de colágeno e elastina.
Se oficializado pela medicina, o órgão pode ser considerado o maior do corpo humano (título que hoje é da pele). “Inicialmente nós pensávamos que era apenas um tecido interessante, mas quando você se aprofunda naquilo que pessoas definem como órgãos, você gira em torno de duas ideias: que eles representam uma estrutura unitária ou um tecido com uma função unitária. O interstício representava ambos”, explicou em entrevista ao canal norte-americano CNN o doutor Neil Theise, um dos responsáveis pelo estudo, publicado na revista científica Science.
Os especialistas acreditam que a descoberta do novo órgão possa ajudar a compreender como alguns tipos de câncer se espalham no corpo, já que a complexidade da estrutura, que antes era encarada por cientistas como uma “parede”, permite a passagem de fluidos, possivelmente facilitando o surgimento de metástases. “A descoberta dá linearidade para a análise de padrões em inflamações e progressão de câncer”, contou o pesquisador Petros Constantinos, co-autor do estudo, à emissora.
Diário de Pernambuco

novoOrgaoCientistas das universidades de Pensilvânia e de Nova York acreditam ter descoberto aquele que seria o maior órgão do corpo humano. Batizado como “interstício”, ele representa uma rede de tecidos que atua nos espaços de conexão de órgãos do corpo, como o sistema urinário e os pulmões. Na sua estrutura, dividida por uma série de canais com passagens de fluidos e interligada por redes de colágeno e elastina.
Se oficializado pela medicina, o órgão pode ser considerado o maior do corpo humano (título que hoje é da pele). “Inicialmente nós pensávamos que era apenas um tecido interessante, mas quando você se aprofunda naquilo que pessoas definem como órgãos, você gira em torno de duas ideias: que eles representam uma estrutura unitária ou um tecido com uma função unitária. O interstício representava ambos”, explicou em entrevista ao canal norte-americano CNN o doutor Neil Theise, um dos responsáveis pelo estudo, publicado na revista científica Science.
Os especialistas acreditam que a descoberta do novo órgão possa ajudar a compreender como alguns tipos de câncer se espalham no corpo, já que a complexidade da estrutura, que antes era encarada por cientistas como uma “parede”, permite a passagem de fluidos, possivelmente facilitando o surgimento de metástases. “A descoberta dá linearidade para a análise de padrões em inflamações e progressão de câncer”, contou o pesquisador Petros Constantinos, co-autor do estudo, à emissora.
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