Luís Torres diz que ‘Felicianos’ quebraram a confiança que Ricardo Coutinho tinha com o PDT

torresO Secretário de Comunicação Institucional do Governo do Estado, Luís Tôrres, revelou nesta segunda-feira (9), que o governador Ricardo Coutinho (PSB) perdeu a confiança que tinha junto a vice-governadora Lígia Feliciano e ao deputado federal Damião Feliciano, ambos do PDT. Segundo Tôrres, a ‘quebra’ da confiança é uma coisa de berço e disse ser muito difícil uma reaproximação política entre as partes.
“Confiança é uma coisa de berço. Aprendemos isso em casa com os nossos pais. Como é que você vai assinar a sua confiança e passar para uma outra pessoa?”, questionou o secretário.
Luís ainda revelou que tinham grupos dentro do Governo que já estavam contando como certa a saída de Ricardo e fazendo espécies de ‘ameaças’: “já tinha gente e grupos que chegavam nas repartições e falavam para as outras pessoas: – deixem o dia 7 chegar… vamos organizar tudo do nosso jeito –; e isso foi aumentando e o governador teve conhecimento”, frisou.
O secretário ainda ressaltou que os agentes políticos ligados ao grupo de Feliciano já não queriam mais se reunir e tampouco responder mensagens. “Desde a semana passada que estava difícil ou praticamente impossível se comunicar com esse povo. Teve gente que nem se quer respondia mensagens; para se marcar reunião só queriam ir até a última quinta-feira, porque nessa segunda ele não tinham agenda”, relatou Luís Tôrres.
Paraibaja

torresO Secretário de Comunicação Institucional do Governo do Estado, Luís Tôrres, revelou nesta segunda-feira (9), que o governador Ricardo Coutinho (PSB) perdeu a confiança que tinha junto a vice-governadora Lígia Feliciano e ao deputado federal Damião Feliciano, ambos do PDT. Segundo Tôrres, a ‘quebra’ da confiança é uma coisa de berço e disse ser muito difícil uma reaproximação política entre as partes.
“Confiança é uma coisa de berço. Aprendemos isso em casa com os nossos pais. Como é que você vai assinar a sua confiança e passar para uma outra pessoa?”, questionou o secretário.
Luís ainda revelou que tinham grupos dentro do Governo que já estavam contando como certa a saída de Ricardo e fazendo espécies de ‘ameaças’: “já tinha gente e grupos que chegavam nas repartições e falavam para as outras pessoas: – deixem o dia 7 chegar… vamos organizar tudo do nosso jeito –; e isso foi aumentando e o governador teve conhecimento”, frisou.
O secretário ainda ressaltou que os agentes políticos ligados ao grupo de Feliciano já não queriam mais se reunir e tampouco responder mensagens. “Desde a semana passada que estava difícil ou praticamente impossível se comunicar com esse povo. Teve gente que nem se quer respondia mensagens; para se marcar reunião só queriam ir até a última quinta-feira, porque nessa segunda ele não tinham agenda”, relatou Luís Tôrres.
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