Supremo deve decidir no dia 17 de abril se torna Aécio réu por corrupção e obstrução de Justiça

aecioVoadorA Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deverá decidir no próximo dia 17 de abril se recebe uma denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o torna réu por corrupção e obstrução de Justiça, informou a assessoria da Corte.
Aécio foi acusado em junho do ano passado por supostamente pedir propina de R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, dono da J&F, e tentar atrapalhar o andamento da Operação Lava Jato. O senador nega a acusação e diz ser vítima de “armação”.
Junto com o parlamentar, são acusados sua irmã, Andréa Neves da Cunha, o primo Frederico Pacheco de Medeiros e Mendherson Souza Lima, ex-assessor parlamentar do senador Zezé Perrela (MDB-MG).
A PGR diz que o dinheiro pedido por Aécio e pela Andréa era propina para beneficiar o grupo com favores políticos; a defesa do senador e da irmã diz que o montante era para pagar advogados.
Segundo a PGR, o senador também tentou embaraçar as investigações ao tentar aprovar nova lei contra abuso de autoridade com o suposto objetivo de punir juízes e procuradore; aprovar anistia a crimes de caixa 2 – doações não declaradas de campanha; e tentar interferir na escolha de delegados para conduzir investigações da Lava Jato.
Em nota divulgada em março, a defesa diz o Ministério Público Federal faz “tentativa de criminalização da lícita atividade parlamentar” e diz confiar que o STF “promoverá a análise justa do caso, que demonstrará que ele e seus familiares não cometeram atos ilícitos”.
A decisão sobre a denúncia caberá aos ministros Marco Aurélio Mello (relator), Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Rosa Weber.
Se a maioria aceitar a denúncia, Aécio passa a responder ao processo penal na condição de réu e poderá contestar a acusação com novas provas. Só ao final da ação poderá ser considerado culpado ou inocente.
G1

aecioVoadorA Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deverá decidir no próximo dia 17 de abril se recebe uma denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o torna réu por corrupção e obstrução de Justiça, informou a assessoria da Corte.
Aécio foi acusado em junho do ano passado por supostamente pedir propina de R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, dono da J&F, e tentar atrapalhar o andamento da Operação Lava Jato. O senador nega a acusação e diz ser vítima de “armação”.
Junto com o parlamentar, são acusados sua irmã, Andréa Neves da Cunha, o primo Frederico Pacheco de Medeiros e Mendherson Souza Lima, ex-assessor parlamentar do senador Zezé Perrela (MDB-MG).
A PGR diz que o dinheiro pedido por Aécio e pela Andréa era propina para beneficiar o grupo com favores políticos; a defesa do senador e da irmã diz que o montante era para pagar advogados.
Segundo a PGR, o senador também tentou embaraçar as investigações ao tentar aprovar nova lei contra abuso de autoridade com o suposto objetivo de punir juízes e procuradore; aprovar anistia a crimes de caixa 2 – doações não declaradas de campanha; e tentar interferir na escolha de delegados para conduzir investigações da Lava Jato.
Em nota divulgada em março, a defesa diz o Ministério Público Federal faz “tentativa de criminalização da lícita atividade parlamentar” e diz confiar que o STF “promoverá a análise justa do caso, que demonstrará que ele e seus familiares não cometeram atos ilícitos”.
A decisão sobre a denúncia caberá aos ministros Marco Aurélio Mello (relator), Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Rosa Weber.
Se a maioria aceitar a denúncia, Aécio passa a responder ao processo penal na condição de réu e poderá contestar a acusação com novas provas. Só ao final da ação poderá ser considerado culpado ou inocente.
G1