Por 5 a 0, Aécio vira réu em ação no Supremo

aecioReuPor unanimidade, a Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) tornou o senador Aécio Neves (PSDB-MG) réu pela primeira vez na Corte. O caso, que também envolve outras três pessoas, está relacionado ao recebimento de R$ 2 milhões da JBS.
Com o julgamento, o senador; a irmã dele, Andrea Neves; o primo dele, Frederico Pacheco; e o ex-assessor do senador Zezé Perrella (PSDB-MG), Mendherson Souza Lima vão responder a processo no STF por corrupção passiva e tentativa de embaraçar investigação de infração penal que envolva organização criminosa.
O episódio envolve o pedido e pagamento de R$ 2 milhões em espécie a Frederico Pacheco. Aécio e Andrea foram gravados negociando o valor com o delator e sócio da JBS Joesley Batista, no começo de 2017.
A Polícia Federal acompanhou o caso de perto e chegou a flagrar a entrega do dinheiro, que passou também por Mendherson Souza Lima.
Em sua defesa, o senador diz que tudo se tratou de uma relação bilateral e entre pessoas físicas, um pedido de empréstimo para pagar honorários advocatícios. A PGR (Procuradoria-Geral da República) contesta essa versão e sustenta que era propina.
R7

aecioReuPor unanimidade, a Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) tornou o senador Aécio Neves (PSDB-MG) réu pela primeira vez na Corte. O caso, que também envolve outras três pessoas, está relacionado ao recebimento de R$ 2 milhões da JBS.
Com o julgamento, o senador; a irmã dele, Andrea Neves; o primo dele, Frederico Pacheco; e o ex-assessor do senador Zezé Perrella (PSDB-MG), Mendherson Souza Lima vão responder a processo no STF por corrupção passiva e tentativa de embaraçar investigação de infração penal que envolva organização criminosa.
O episódio envolve o pedido e pagamento de R$ 2 milhões em espécie a Frederico Pacheco. Aécio e Andrea foram gravados negociando o valor com o delator e sócio da JBS Joesley Batista, no começo de 2017.
A Polícia Federal acompanhou o caso de perto e chegou a flagrar a entrega do dinheiro, que passou também por Mendherson Souza Lima.
Em sua defesa, o senador diz que tudo se tratou de uma relação bilateral e entre pessoas físicas, um pedido de empréstimo para pagar honorários advocatícios. A PGR (Procuradoria-Geral da República) contesta essa versão e sustenta que era propina.
R7