PSICOLOGIA AO SEU ALCANCE – Supere a timidez

Ter vergonha de si diante dos outros. Esse é o princípio básico de qualquer sentimento de vergonha do ser humano. De alguma forma, a pessoa não quer ser vista daquele jeito ou naquela situação perante os outros. No entanto, a vergonha não precisa ser tratada como algo ruim se usada de maneira correta, já que ela pode ajudar o indivíduo a fazer as escolhas conscientes para sua vida. A vergonha de ser vista em determinados locais, em companhia de certas pessoas ou pela forma como está agindo, é sinal de que nem a própria pessoa aprova o que está escolhendo e consequentemente pode dar um novo rumo para sua existência. Esse sentimento está na base do que é denominado qualidade. Um dos parâmetros utilizado pela pessoa para identificar se seu trabalho não está bom é quando ela percebe que tem vergonha de mostrar as pessoas.
No entanto, o excesso de vergonha faz a pessoa paralisar diante das escolhas que implicam relacionamento com terceiros, muitas vezes em uma mera situação de se colocar diante dos outros já é motivo para pessoa passar mal. É uma emoção vivida diretamente no corpo e exposta ao outro. O mais comum é a pessoa ficar com o rosto ruborizado e tentar se esconder atrás da vermelhidão da face, evidencia ainda mais sua inibição. Quando isso ocorre, ao invés dela focar na atividade que precisa realizar, olha apenas para si e consequentemente se desconcentra do que está fazendo. Esses casos de inibição, que não são considerados graves caso forem exceções, são prejudiciais a longo prazo, porque o envergonhado passa a se esquivar das situações em que possa se expor e com isso muitas oportunidades são perdidas.
Não podemos viver nos arrependendo de não termos aproveitado as oportunidades e não termos tido coragem de vivê-las. Então, se você foi uma pessoa envergonhada durante muito tempo, esqueça o passado e não viva se arrependendo do que não fez. Busque novas conquistas no presente e supere a vergonha, pois o isolamento e a esquiva de se expor não vai sanar o problema, é importante refletir sobre suas características e identificar quais delas o está ajudando a enfrentar as adversidades do cotidiano. Portanto, uma das alternativas de ultrapassar a vergonha é agir com segurança, e para isso a pessoa precisa se apoiar no que ela já é boa para realizar as atividades e se sentir segura ao fazer algo diante dos outros. Pense sobre isso, se está muito difícil de superar sozinho, procure um Psicólogo.
Psicólogo Flávio Melo Ribeiro
CRP12/00449

A Viver – Atividades em Psicologia desenvolveu programas psicoterapêuticos que possibilitam ser trabalhados em grupos e individual.
flavioviver@gmail.com (48) 9921-8811 (48) 3223-4386
Página no Facebook: Viver – Atividades em Psicologia
Canal no Youtube: Flávio Melo Ribeiro

Ter vergonha de si diante dos outros. Esse é o princípio básico de qualquer sentimento de vergonha do ser humano. De alguma forma, a pessoa não quer ser vista daquele jeito ou naquela situação perante os outros. No entanto, a vergonha não precisa ser tratada como algo ruim se usada de maneira correta, já que ela pode ajudar o indivíduo a fazer as escolhas conscientes para sua vida. A vergonha de ser vista em determinados locais, em companhia de certas pessoas ou pela forma como está agindo, é sinal de que nem a própria pessoa aprova o que está escolhendo e consequentemente pode dar um novo rumo para sua existência. Esse sentimento está na base do que é denominado qualidade. Um dos parâmetros utilizado pela pessoa para identificar se seu trabalho não está bom é quando ela percebe que tem vergonha de mostrar as pessoas.
No entanto, o excesso de vergonha faz a pessoa paralisar diante das escolhas que implicam relacionamento com terceiros, muitas vezes em uma mera situação de se colocar diante dos outros já é motivo para pessoa passar mal. É uma emoção vivida diretamente no corpo e exposta ao outro. O mais comum é a pessoa ficar com o rosto ruborizado e tentar se esconder atrás da vermelhidão da face, evidencia ainda mais sua inibição. Quando isso ocorre, ao invés dela focar na atividade que precisa realizar, olha apenas para si e consequentemente se desconcentra do que está fazendo. Esses casos de inibição, que não são considerados graves caso forem exceções, são prejudiciais a longo prazo, porque o envergonhado passa a se esquivar das situações em que possa se expor e com isso muitas oportunidades são perdidas.
Não podemos viver nos arrependendo de não termos aproveitado as oportunidades e não termos tido coragem de vivê-las. Então, se você foi uma pessoa envergonhada durante muito tempo, esqueça o passado e não viva se arrependendo do que não fez. Busque novas conquistas no presente e supere a vergonha, pois o isolamento e a esquiva de se expor não vai sanar o problema, é importante refletir sobre suas características e identificar quais delas o está ajudando a enfrentar as adversidades do cotidiano. Portanto, uma das alternativas de ultrapassar a vergonha é agir com segurança, e para isso a pessoa precisa se apoiar no que ela já é boa para realizar as atividades e se sentir segura ao fazer algo diante dos outros. Pense sobre isso, se está muito difícil de superar sozinho, procure um Psicólogo.
Psicólogo Flávio Melo Ribeiro
CRP12/00449

A Viver – Atividades em Psicologia desenvolveu programas psicoterapêuticos que possibilitam ser trabalhados em grupos e individual.
flavioviver@gmail.com (48) 9921-8811 (48) 3223-4386
Página no Facebook: Viver – Atividades em Psicologia
Canal no Youtube: Flávio Melo Ribeiro