Assassinos de Vivianny Crisley são condenados a 20 anos de prisão

Os dois acusados de matar a jovem Vivianny Crisley foram condenados à pena de mais de 20 anos de prisão. O julgamento dos réus terminou durante a madrugada desta quinta-feira, após quase 12 horas de duração. Fagner das Chagas pegou 22 anos de prisão em regime fechado e Jobson Barbosa, 24 anos. O terceiro acusado já havia sido julgado. Allex Aurélio foi condenado a 26 anos. Ao crime de homicídio qualificado foi somado o sequestro e ocultação de cadáver.
Durante o julgamento, eles chegaram a alegar que foram torturados para confessar que teriam cometido o crime. Jobson disse que a tortura ocorreu na Central de Polícia do Geisel, em João Pessoa, e que o delegado o obrigou a ingerir bebida alcoólica e que teve um objeto penetrado no ânus. Porém, ele não disse quem era o delegado. Já Fagner também alegou ter sido torturado, mas não deu detalhes. Porém, a Promotoria do Ministério Público da Paraíba disse que laudos médicos comprovam que não houve tortura.
Além de negar que houve tortura, a Promotoria alegou ainda que os três são “assassinos homicidas sem apego à vida humana e que mataram Viviane porque ela gritou”. Conforme o MPPB, as provas nos autos provam claramente a participação do Fagner e do Jobson em todo o crime.
Os dois alegaram durante o julgamento que não conheciam Vivianny e que a conheceram naquele dia, no bar. Eles também negaram participação no crime.
O crime ocorreu no dia 21 de outubro de 2016, depois que a vítima saiu de uma casa de shows, no bairro dos Bancários, na Zona Sul de João Pessoa. A dupla iria ser julgada no dia 28 de fevereiro deste ano, mas a sessão foi adiada por eles terem mudado de advogados.
Ainda no dia 28, Allex Aurélio Tomas dos Santos, também réu no crime, foi condenado a 26 anos de prisão, em regime fechado. Durante o julgamento, Allex Aurélio confessou que matou Vivianny Crisley porque ela gritou pedindo para ir embora enquanto trafegava em um veículo junto com os acusados. A promotoria afirmou que os acusados mataram Vivianny por vontade de matar.
A jovem desapareceu no dia 21 de outubro de 2016, depois que saiu de uma casa de shows, no bairro dos Bancários, na Zona Sul de João Pessoa. No dia 11 de novembro, o estoquista Alex Aurélio Tomas dos Santos, 22, foi apresentado pela Delegacia de Crimes contra a Pessoa (Homicídios) da Capital.
Jobson Barbosa e Fagner das Chagas foram presos no dia 2 de novembro no ‘Morro do Acarí’, no Rio de Janeiro. O corpo da vítima foi encontrado no dia 7 de novembro, na divisa entre os municípios de Bayeux e Santa Rita.
Portalcorreio

Os dois acusados de matar a jovem Vivianny Crisley foram condenados à pena de mais de 20 anos de prisão. O julgamento dos réus terminou durante a madrugada desta quinta-feira, após quase 12 horas de duração. Fagner das Chagas pegou 22 anos de prisão em regime fechado e Jobson Barbosa, 24 anos. O terceiro acusado já havia sido julgado. Allex Aurélio foi condenado a 26 anos. Ao crime de homicídio qualificado foi somado o sequestro e ocultação de cadáver.
Durante o julgamento, eles chegaram a alegar que foram torturados para confessar que teriam cometido o crime. Jobson disse que a tortura ocorreu na Central de Polícia do Geisel, em João Pessoa, e que o delegado o obrigou a ingerir bebida alcoólica e que teve um objeto penetrado no ânus. Porém, ele não disse quem era o delegado. Já Fagner também alegou ter sido torturado, mas não deu detalhes. Porém, a Promotoria do Ministério Público da Paraíba disse que laudos médicos comprovam que não houve tortura.
Além de negar que houve tortura, a Promotoria alegou ainda que os três são “assassinos homicidas sem apego à vida humana e que mataram Viviane porque ela gritou”. Conforme o MPPB, as provas nos autos provam claramente a participação do Fagner e do Jobson em todo o crime.
Os dois alegaram durante o julgamento que não conheciam Vivianny e que a conheceram naquele dia, no bar. Eles também negaram participação no crime.
O crime ocorreu no dia 21 de outubro de 2016, depois que a vítima saiu de uma casa de shows, no bairro dos Bancários, na Zona Sul de João Pessoa. A dupla iria ser julgada no dia 28 de fevereiro deste ano, mas a sessão foi adiada por eles terem mudado de advogados.
Ainda no dia 28, Allex Aurélio Tomas dos Santos, também réu no crime, foi condenado a 26 anos de prisão, em regime fechado. Durante o julgamento, Allex Aurélio confessou que matou Vivianny Crisley porque ela gritou pedindo para ir embora enquanto trafegava em um veículo junto com os acusados. A promotoria afirmou que os acusados mataram Vivianny por vontade de matar.
A jovem desapareceu no dia 21 de outubro de 2016, depois que saiu de uma casa de shows, no bairro dos Bancários, na Zona Sul de João Pessoa. No dia 11 de novembro, o estoquista Alex Aurélio Tomas dos Santos, 22, foi apresentado pela Delegacia de Crimes contra a Pessoa (Homicídios) da Capital.
Jobson Barbosa e Fagner das Chagas foram presos no dia 2 de novembro no ‘Morro do Acarí’, no Rio de Janeiro. O corpo da vítima foi encontrado no dia 7 de novembro, na divisa entre os municípios de Bayeux e Santa Rita.
Portalcorreio