Inovação é fundamental na estratégia de modernização e aumento da competitividade da indústria, diz presidente da CNI

cniO presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, ressaltou o papel preponderante da inovação para o desenvolvimento econômico do país. Ele participou na manhã desta sexta-feira (18) da abertura do debate Inovação: a Indústria do Futuro, realizado pela CNI em parceria com a revista Exame, em São Paulo. “A experiência mundial demonstra que não há crescimento econômico sustentável sem o uso criativo do conhecimento orientado à geração de novos produtos, serviços e processos”, afirmou.
Robson Andrade observou que, há uma década, nascia o entendimento, entre as lideranças do setor público e as entidades representativas do setor privado, de que a inovação precisava tornar-se a questão central da política industrial do país. “Foi quando o tema assumiu papel fundamental na estratégia de modernização e do aumento da competitividade das empresas”, disse, referindo-se à criação da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI). O grupo, coordenado pela CNI, reúne mais de 200 lideranças empresariais e consolidou-se como o principal fórum de diálogo sobre o tema entre a iniciativa privada e o governo.
INDÚSTRIA 2027 – O evento da CNI e da Exame marcou o lançamento de estudo inédito do Projeto Indústria 2027: riscos e oportunidades para o Brasil diante de inovações disruptivas, iniciativa da CNI, do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e da MEI, com execução técnica dos institutos de economia das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Estadual de Campinas (Unicamp).
O trabalho levou 14 meses para ser concluído e traça como metas identificar os impactos de tecnologias disruptivas no horizonte de cinco e dez anos. Além disso, avaliou a capacidade do sistema empresarial brasileiro de enfrentar riscos e aproveitar oportunidades dessas inovações, e de prover insumos para o planejamento estratégico das empresas. “Esse trabalho será fundamental tanto para o fortalecimento dos Institutos de Inovação [do SENAI] como para a melhor formação dos trabalhadores do futuro”, enfatizou Robson Andrade.
Ele mencionou que a participação de líderes da MEI é determinante para fortalecer as sugestões encaminhadas pelo setor industrial ao poder público com a finalidade de aprimorar as condições para o empresário inovar no Brasil. “A inovação é arriscada. Ela resulta de investimentos robustos e contínuos em pesquisa e desenvolvimento para aperfeiçoar algo existente, ou criar algum produto ou processo com grande impacto na economia e na vida das pessoas”, pontuou.
O presidente da CNI acrescentou que o Sistema Indústria tem feito sua parte pela inovação, com diversas iniciativas como o Programa SENAI de Apoio à Competitividade da Indústria Brasileira e a criação de 25 institutos SENAI de Inovação, 57 Institutos SENAI de Tecnologia e oito Centros de Inovação do SESI. Andrade enumerou como prioridade, neste momento, a melhoria da qualidade da educação no país, em todos os níveis. “Precisamos capacitar nossos profissionais, desenvolver o planejamento de longo prazo e a infraestrutura adequada para ciência, tecnologia e inovação. Além disso, reestruturar o sistema de financiamento à inovação e avaliar a eficácia das políticas”.
INICIATIVAS DA MEI – Líder da Mobilização Empresarial pela Inovação, o empresário Pedro Wongtschowski ressaltou a importância da MEI no sentido de ampliar a efetividade das políticas de apoio à inovação no Brasil. “A MEI se tornou o principal e mais bem consolidado fórum de diálogo entre os setores empresarial e público, com importante participação da academia”, afirmou.
Wongtschowski listou iniciativas da MEI que têm levado o país a inovar mais, como o programa Inova Talentos, o Edital de Inovação para a Indústria e as Imersões em Ecossistemas de Inovação, além do Indústria 2027. “O projeto tem como objetivo fornecer subsídios para a formulação de políticas públicas. Do lado empresarial, a inovação é a saída mais inteligente e sustentável para vencer uma crise sem precedentes como a que vivemos”, discursou.
Segundo o empresário, tecnologias como a Internet das coisas, big data, inteligência artificial, realidade aumentada, realidade virtual, robótica avançada, nanotecnologia, biotecnologia, segurança cibernética e impressão 3D transformarão cada vez mais o dia a dia da indústria e a vida das pessoas. O evento foi transmitido ao vivo e pode ser visto, na íntegra, pelo Facebook da Exame.

cniO presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, ressaltou o papel preponderante da inovação para o desenvolvimento econômico do país. Ele participou na manhã desta sexta-feira (18) da abertura do debate Inovação: a Indústria do Futuro, realizado pela CNI em parceria com a revista Exame, em São Paulo. “A experiência mundial demonstra que não há crescimento econômico sustentável sem o uso criativo do conhecimento orientado à geração de novos produtos, serviços e processos”, afirmou.
Robson Andrade observou que, há uma década, nascia o entendimento, entre as lideranças do setor público e as entidades representativas do setor privado, de que a inovação precisava tornar-se a questão central da política industrial do país. “Foi quando o tema assumiu papel fundamental na estratégia de modernização e do aumento da competitividade das empresas”, disse, referindo-se à criação da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI). O grupo, coordenado pela CNI, reúne mais de 200 lideranças empresariais e consolidou-se como o principal fórum de diálogo sobre o tema entre a iniciativa privada e o governo.
INDÚSTRIA 2027 – O evento da CNI e da Exame marcou o lançamento de estudo inédito do Projeto Indústria 2027: riscos e oportunidades para o Brasil diante de inovações disruptivas, iniciativa da CNI, do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e da MEI, com execução técnica dos institutos de economia das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Estadual de Campinas (Unicamp).
O trabalho levou 14 meses para ser concluído e traça como metas identificar os impactos de tecnologias disruptivas no horizonte de cinco e dez anos. Além disso, avaliou a capacidade do sistema empresarial brasileiro de enfrentar riscos e aproveitar oportunidades dessas inovações, e de prover insumos para o planejamento estratégico das empresas. “Esse trabalho será fundamental tanto para o fortalecimento dos Institutos de Inovação [do SENAI] como para a melhor formação dos trabalhadores do futuro”, enfatizou Robson Andrade.
Ele mencionou que a participação de líderes da MEI é determinante para fortalecer as sugestões encaminhadas pelo setor industrial ao poder público com a finalidade de aprimorar as condições para o empresário inovar no Brasil. “A inovação é arriscada. Ela resulta de investimentos robustos e contínuos em pesquisa e desenvolvimento para aperfeiçoar algo existente, ou criar algum produto ou processo com grande impacto na economia e na vida das pessoas”, pontuou.
O presidente da CNI acrescentou que o Sistema Indústria tem feito sua parte pela inovação, com diversas iniciativas como o Programa SENAI de Apoio à Competitividade da Indústria Brasileira e a criação de 25 institutos SENAI de Inovação, 57 Institutos SENAI de Tecnologia e oito Centros de Inovação do SESI. Andrade enumerou como prioridade, neste momento, a melhoria da qualidade da educação no país, em todos os níveis. “Precisamos capacitar nossos profissionais, desenvolver o planejamento de longo prazo e a infraestrutura adequada para ciência, tecnologia e inovação. Além disso, reestruturar o sistema de financiamento à inovação e avaliar a eficácia das políticas”.
INICIATIVAS DA MEI – Líder da Mobilização Empresarial pela Inovação, o empresário Pedro Wongtschowski ressaltou a importância da MEI no sentido de ampliar a efetividade das políticas de apoio à inovação no Brasil. “A MEI se tornou o principal e mais bem consolidado fórum de diálogo entre os setores empresarial e público, com importante participação da academia”, afirmou.
Wongtschowski listou iniciativas da MEI que têm levado o país a inovar mais, como o programa Inova Talentos, o Edital de Inovação para a Indústria e as Imersões em Ecossistemas de Inovação, além do Indústria 2027. “O projeto tem como objetivo fornecer subsídios para a formulação de políticas públicas. Do lado empresarial, a inovação é a saída mais inteligente e sustentável para vencer uma crise sem precedentes como a que vivemos”, discursou.
Segundo o empresário, tecnologias como a Internet das coisas, big data, inteligência artificial, realidade aumentada, realidade virtual, robótica avançada, nanotecnologia, biotecnologia, segurança cibernética e impressão 3D transformarão cada vez mais o dia a dia da indústria e a vida das pessoas. O evento foi transmitido ao vivo e pode ser visto, na íntegra, pelo Facebook da Exame.