Advogado tenta reverter prisão de Marcelinho Paraíba

Desaparecido desde sexta-feira (18), o meia Marcelinho Paraíba, que joga atualmente pelo Treze, não mantém contato nem com o advogado que tenta evitar a sua prisão. Ao Portal Correio, Afonso Vilar, advogado do meia, afirmou que aguarda uma decisão da Justiça (evitando a prisão do jogador) para procurar Marcelinho.
Segundo Afonso, o processo judicial contra Marcelinho ocorre por atraso no pagamento de pensão alimentícia a um filho. No total, antes de ser processado, Marcelinho devia seis meses de pensão.
“O que a mãe desse filho dele alega é o atraso de pagamento de pensão e, por isso, ela tenta conseguir na Justiça a antecipação de parcelas da pensão até março de 2019. Marcelinho reconheceu o atraso de dois meses e o vencimento de mais quatro e já depositou, em conta judicial, pouco mais de R$ 12 mil para quitar essas parcelas”, esclareceu o advogado.
Agora, a expectativa do advogado é de que a Justiça analise e aceite a liminar contra a prisão do jogador. Porém, ele nega que Marcelinho concorde em antecipar pagamento de parcelas até 2019.
“Na primeira decisão, o juiz entendeu que Marcelinho deveria pagar todas as parcelas antecipadas até março de 2019 e requereu a prisão por conta dos atrasos. Estamos tentando reverter a situação da prisão e da antecipação”, afirmou o advogado.
Portalcorreio

Desaparecido desde sexta-feira (18), o meia Marcelinho Paraíba, que joga atualmente pelo Treze, não mantém contato nem com o advogado que tenta evitar a sua prisão. Ao Portal Correio, Afonso Vilar, advogado do meia, afirmou que aguarda uma decisão da Justiça (evitando a prisão do jogador) para procurar Marcelinho.
Segundo Afonso, o processo judicial contra Marcelinho ocorre por atraso no pagamento de pensão alimentícia a um filho. No total, antes de ser processado, Marcelinho devia seis meses de pensão.
“O que a mãe desse filho dele alega é o atraso de pagamento de pensão e, por isso, ela tenta conseguir na Justiça a antecipação de parcelas da pensão até março de 2019. Marcelinho reconheceu o atraso de dois meses e o vencimento de mais quatro e já depositou, em conta judicial, pouco mais de R$ 12 mil para quitar essas parcelas”, esclareceu o advogado.
Agora, a expectativa do advogado é de que a Justiça analise e aceite a liminar contra a prisão do jogador. Porém, ele nega que Marcelinho concorde em antecipar pagamento de parcelas até 2019.
“Na primeira decisão, o juiz entendeu que Marcelinho deveria pagar todas as parcelas antecipadas até março de 2019 e requereu a prisão por conta dos atrasos. Estamos tentando reverter a situação da prisão e da antecipação”, afirmou o advogado.
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