Campina Grande também registra filas quilométricas para abastecimento

A paralisação dos caminhoneiros chega ao quarto dia, nesta quinta-feira (24), com problemas no abastecimento de supermercados e feiras, falta de combustíveis, redução de frotas de ônibus e interdições em vários trechos da Paraíba. A mobilização acontece desde segunda-feira (21) por conta da alta nos preços dos combustíveis.

Em Campina Grande, muitos motoristas amanheceram na fila dos postos de combustíveis na tentativa de abastecer os veículos. Em alguns postos, as filas são quilométricas e tem provocado congestionamentos. O tráfego na cidade tem vivido dias de caos. Muitos postos de combustíveis já zeraram o estoque, o que tem provocado correria para os estabelecimentos que ainda dispõe de álcool e gasolina. As filas aumentam de forma alarmante. As empresas de ônibus reduziram a frota, e garantem que só tem combustível suficiente para circular até esta sexta-feira.

A redução atingiu 40% da frota nesta quinta-feira. Na quarta-feira (23), a previsão era de 30% da frota não circular na cidade.

Na alça sudoeste, a fila de caminhões parados é quilométrica e não existe perspectiva de norrmalização do trânsito.

Em João Pessoa, não há, ainda, como precisar a porcentagem, mas segundo o superintendente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivos Urbanos (Sintur-JP), Isaac Júnior, já tem empresa de ônibus sem combustíveis. O quadro previsto era de uma frota de 25%, no entanto, com a permanência da mobilização, o estoque de diesel das empresas está sendo reduzido. Para esta quinta-feira, segundo o Sintur-JP, o combustível só será suficiente para abastecer metade da frota.

Os trechos são interditados com caminhões e apenas carros de passeio estão sendo liberados. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), todas as interdições são parciais.
De acordo com os caminhoneiros, a categoria reivindica, principalmente, a redução no preço do óleo diesel. Além disso, pedem o aumento no valor do frete, melhorias nas condições de trabalho e a extinção do pedágio nas rodovias estaduais.

A assessoria da PRF informou que a polícia acompanha todos os pontos de protestos e realiza a fiscalização a respeito da decisão da Justiça Federal que proíbe a interdição de rodovias federais na Paraíba. Conforme a PRF, ainda não há multas com relação à liminar computadas no sistema, pois não houve tempo para um registro consolidado.

Ontem os motoristas de aplicativos pararam a via central da cidade, no viaduto, na Avenida Floriano Peixoto, protestando contra os constante dos preços dos combustìveis.

Longas filas foram formadas. O tráfego ficou congestionado e os motoristas de õnibus tiveram que desviar as rotas
Segundo o presidente do Associação dos Motoristas por Aplicativo, Germogleo Bezerra, a paralisação teve concentração no estádio Amigão. De lá, os motoristas seguiram para o Centro.

– O objetivo da paralisação é protestar contra os aumentos e o preço abusivo dos combustíveis. Temos motoristas de Uber, da CG Drive, assim como táxi, mototáxi e conclamamos toda a população para somar a nossa luta – pontuou.

Desde a última segunda-feira, caminhoneiros deflagraram greve. Em Campina, vários pontos das BRs estão paralisados.
PB Agora

A paralisação dos caminhoneiros chega ao quarto dia, nesta quinta-feira (24), com problemas no abastecimento de supermercados e feiras, falta de combustíveis, redução de frotas de ônibus e interdições em vários trechos da Paraíba. A mobilização acontece desde segunda-feira (21) por conta da alta nos preços dos combustíveis.

Em Campina Grande, muitos motoristas amanheceram na fila dos postos de combustíveis na tentativa de abastecer os veículos. Em alguns postos, as filas são quilométricas e tem provocado congestionamentos. O tráfego na cidade tem vivido dias de caos. Muitos postos de combustíveis já zeraram o estoque, o que tem provocado correria para os estabelecimentos que ainda dispõe de álcool e gasolina. As filas aumentam de forma alarmante. As empresas de ônibus reduziram a frota, e garantem que só tem combustível suficiente para circular até esta sexta-feira.

A redução atingiu 40% da frota nesta quinta-feira. Na quarta-feira (23), a previsão era de 30% da frota não circular na cidade.

Na alça sudoeste, a fila de caminhões parados é quilométrica e não existe perspectiva de norrmalização do trânsito.

Em João Pessoa, não há, ainda, como precisar a porcentagem, mas segundo o superintendente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivos Urbanos (Sintur-JP), Isaac Júnior, já tem empresa de ônibus sem combustíveis. O quadro previsto era de uma frota de 25%, no entanto, com a permanência da mobilização, o estoque de diesel das empresas está sendo reduzido. Para esta quinta-feira, segundo o Sintur-JP, o combustível só será suficiente para abastecer metade da frota.

Os trechos são interditados com caminhões e apenas carros de passeio estão sendo liberados. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), todas as interdições são parciais.
De acordo com os caminhoneiros, a categoria reivindica, principalmente, a redução no preço do óleo diesel. Além disso, pedem o aumento no valor do frete, melhorias nas condições de trabalho e a extinção do pedágio nas rodovias estaduais.

A assessoria da PRF informou que a polícia acompanha todos os pontos de protestos e realiza a fiscalização a respeito da decisão da Justiça Federal que proíbe a interdição de rodovias federais na Paraíba. Conforme a PRF, ainda não há multas com relação à liminar computadas no sistema, pois não houve tempo para um registro consolidado.

Ontem os motoristas de aplicativos pararam a via central da cidade, no viaduto, na Avenida Floriano Peixoto, protestando contra os constante dos preços dos combustìveis.

Longas filas foram formadas. O tráfego ficou congestionado e os motoristas de õnibus tiveram que desviar as rotas
Segundo o presidente do Associação dos Motoristas por Aplicativo, Germogleo Bezerra, a paralisação teve concentração no estádio Amigão. De lá, os motoristas seguiram para o Centro.

– O objetivo da paralisação é protestar contra os aumentos e o preço abusivo dos combustíveis. Temos motoristas de Uber, da CG Drive, assim como táxi, mototáxi e conclamamos toda a população para somar a nossa luta – pontuou.

Desde a última segunda-feira, caminhoneiros deflagraram greve. Em Campina, vários pontos das BRs estão paralisados.
PB Agora