Líder grevista culpa minoria e pauta política por continuidade de greve

Os líderes grevistas dos caminhoneiros se dividiram em relação ao acordo fechado ontem por representantes do setor com o presidente Michel Temer. A maior parte dos representantes dos caminhoneiros aceitou a proposta, mas culpa uma minoria que ‘perdeu o foco’ pela manutenção dos bloqueios nas rodovias.
“O governo atendeu toda a nossa pauta de reivindicações, mas muitos caminhoneiros perderam o foco e questões políticas estão tomando conta dos protestos e, com isso, não há previsão de liberação das rodovias”, diz Ariovaldo Almeida Jr., diretor do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos de Ourinhos (SP).
Francisco Wilde Bittencourt Ferreira, presidente do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos do Sul Fluminense, também culpa a pauta política dessa minoria pela dificuldade de acabar com a greve nas estradas. “Há um grupo pedindo questões políticas, mas não fizemos greve para isso. Estamos explicando que conseguimos o que pedimos, mas há um grupo revoltado com a situação política do país e insistindo em ficar parado.”
O acordo anunciado ontem prevê que o preço do diesel nas refinarias ficará congelado por 60 dias e terá um desconto de 0,46 centavos por litro. Também ficou acertado que isenção de cobrança de pedágio por eixo suspenso nas rodovias e a criação de uma tabela com preço mínimo de frete.
Entre os que não aceitaram a proposta está o Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos do Estado do Rio de Janeiro, presidido por Nélio Botelho. “Estamos analisando as concessões anunciadas pelo presidente, mas elas não atendem às nossas necessidades.”
Botelho diz que os caminhoneiros precisam ter “independência e ser mais valorizados”. O governo precisa definir legalmente qual o porcentual em cima do valor do frete que vai ser destinado para os caminhoneiros. Essa fórmula é que vai corrigir os erros de muitos e muitos anos no preço que é pago aos caminhoneiros autônomos.”
Segundo ele, não dá para aceitar apenas a redução do diesel, pois o movimento recebeu apoio de toda a população. “ Por enquanto, estamos fazendo um levantamento completo e falando com a base para saber quais serão os próximos passos. Tivemos um apoio amplo da população e agora temos que dar uma resposta também para essas pessoas.”
MSN

Os líderes grevistas dos caminhoneiros se dividiram em relação ao acordo fechado ontem por representantes do setor com o presidente Michel Temer. A maior parte dos representantes dos caminhoneiros aceitou a proposta, mas culpa uma minoria que ‘perdeu o foco’ pela manutenção dos bloqueios nas rodovias.
“O governo atendeu toda a nossa pauta de reivindicações, mas muitos caminhoneiros perderam o foco e questões políticas estão tomando conta dos protestos e, com isso, não há previsão de liberação das rodovias”, diz Ariovaldo Almeida Jr., diretor do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos de Ourinhos (SP).
Francisco Wilde Bittencourt Ferreira, presidente do Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos do Sul Fluminense, também culpa a pauta política dessa minoria pela dificuldade de acabar com a greve nas estradas. “Há um grupo pedindo questões políticas, mas não fizemos greve para isso. Estamos explicando que conseguimos o que pedimos, mas há um grupo revoltado com a situação política do país e insistindo em ficar parado.”
O acordo anunciado ontem prevê que o preço do diesel nas refinarias ficará congelado por 60 dias e terá um desconto de 0,46 centavos por litro. Também ficou acertado que isenção de cobrança de pedágio por eixo suspenso nas rodovias e a criação de uma tabela com preço mínimo de frete.
Entre os que não aceitaram a proposta está o Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos do Estado do Rio de Janeiro, presidido por Nélio Botelho. “Estamos analisando as concessões anunciadas pelo presidente, mas elas não atendem às nossas necessidades.”
Botelho diz que os caminhoneiros precisam ter “independência e ser mais valorizados”. O governo precisa definir legalmente qual o porcentual em cima do valor do frete que vai ser destinado para os caminhoneiros. Essa fórmula é que vai corrigir os erros de muitos e muitos anos no preço que é pago aos caminhoneiros autônomos.”
Segundo ele, não dá para aceitar apenas a redução do diesel, pois o movimento recebeu apoio de toda a população. “ Por enquanto, estamos fazendo um levantamento completo e falando com a base para saber quais serão os próximos passos. Tivemos um apoio amplo da população e agora temos que dar uma resposta também para essas pessoas.”
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