‘Assunto do século passado’, diz ministro sobre pedidos de intervenção militar

passadoO ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Sergio Etchegoyen, afirmou nesta terça-feira (29), no Palácio do Planalto, que falar em intervenção militar é “assunto do século passado”.
“É um assunto do século passado, uma pergunta que, do ponto de vista pessoal, não vejo mais nenhum sentido. […] Mas ainda existe alguém, algumas pessoas que acham que essa alternativa é possível”, disse o ministro em entrevista à imprensa após reunião do gabinete que monitora a greve dos caminhoneiros.
“Eu vivo no século 21 e o século 21 está divertidíssimo. Meu farol, que eu uso para me conduzir, é muito mais potente do que o retrovisor”, completou o ministro.
Etchegoyen afirmou que é preciso entender os motivos para chegar a uma situação na qual, parte da sociedade, enxerga a intervenção como uma “solução razoável”.
“Não vejo nenhum militar, não vejo Forças Armadas pensando nisso, não conheço absolutamente”, declarou.
O gabinete de ministros que monitora a greve dos caminhoneiros voltou a se reunir nesta terça-feira (29) no Palácio do Planalto.
A prioridade do governo federal é normalizar o abastecimento de combustíveis, alimentos e medicamentos no país.
G1

passadoO ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Sergio Etchegoyen, afirmou nesta terça-feira (29), no Palácio do Planalto, que falar em intervenção militar é “assunto do século passado”.
“É um assunto do século passado, uma pergunta que, do ponto de vista pessoal, não vejo mais nenhum sentido. […] Mas ainda existe alguém, algumas pessoas que acham que essa alternativa é possível”, disse o ministro em entrevista à imprensa após reunião do gabinete que monitora a greve dos caminhoneiros.
“Eu vivo no século 21 e o século 21 está divertidíssimo. Meu farol, que eu uso para me conduzir, é muito mais potente do que o retrovisor”, completou o ministro.
Etchegoyen afirmou que é preciso entender os motivos para chegar a uma situação na qual, parte da sociedade, enxerga a intervenção como uma “solução razoável”.
“Não vejo nenhum militar, não vejo Forças Armadas pensando nisso, não conheço absolutamente”, declarou.
O gabinete de ministros que monitora a greve dos caminhoneiros voltou a se reunir nesta terça-feira (29) no Palácio do Planalto.
A prioridade do governo federal é normalizar o abastecimento de combustíveis, alimentos e medicamentos no país.
G1