Treze é absolvido pelo STJD por confusões no jogo contra o Itabaiana, no PV

Em julgamento realizado nesta terça-feira (29), no Rio de Janeiro (RJ), o Treze foi absolvido, por unanimidade, pela 2ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Livre de uma punição maior, o Galo da Borborema terá que pagar uma multa de R$ 900. Já o massagista do time paraibano, Alisson Almeida Silva, está suspenso por uma partida.

Ao Treze foi aplicado o Artigo 206 do CBJD, que fala sobre “Dar causa ao atraso do início da realização de partida, prova ou equivalente, ou deixar de apresentar a sua equipe em campo até a hora marcada para o início ou reinício da partida”, enquanto que o massagista Alisson Almeida foi enquadrado no Artigo 258: “Assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva não tipificada pelas demais regras do Código”.

A ação é referente ao jogo entre o time paraibano e o Itabaiana-SE, que aconteceu no dia 6 de maio deste ano, no estádio Presidente Vargas, válido pela terceira rodada da Série D do Campeonato Brasileiro.

Na ocasião, o árbitro sul-mato-grossense Paulo Henrique de Melo Salmazio relatou na súmula do jogo que, aos 13 minutos do primeiro tempo, duas bombas foram arremessadas em direção ao local onde estava o árbitro assistente Marcos dos Santos Brito. A Polícia Militar identificou que os explosivos foram jogados de fora para dentro do estádio, inclusive ferindo um torcedor identificado como Walmir Feliciano de Lucena, que precisou ser atendido por uma equipe médica.

No segundo tempo, novos episódios aconteceram no Presidente Vargas. Paulo Henrique Salmazio também disse que, aos 30 minutos do segundo tempo expulsou o massagista Alisson Almeida Silva “por durante o atendimento ao jogador de sua equipe (…), deixando de exercer sua função, foi tirar satisfação com o goleiro adversário, alegando que o mesmo tinha encostado no médico da sua equipe, tendo que ser contido por jogadores de sua equipe. Devido a esse fato, ocasionou um princípio de tumulto entre os jogadores. Após o ocorrido, a equipe de arbitragem tomou as medidas necessárias”, escreveu o árbitro.

Ainda durante o jogo, cinco minutos depois da confusão entre massagista e goleiro, o árbitro descreveu que “aos 35 minutos do segundo tempo foi arremessado para dentro do campo de jogo um copo de plástico, contendo um líquido de cor amarela, vindo da

direção da torcida do Treze Futebol Clube”. Paulo Henrique relatou que o árbitro assistente Marcos dos Santos Brito ainda chegou a ser atingido líquido, mas logo depois, um torcedor identificado como Esmeraldo Teberge Bezerra Neto se identificou, afirmando que ele havia arremessado o copo.

Portalcorreio

Em julgamento realizado nesta terça-feira (29), no Rio de Janeiro (RJ), o Treze foi absolvido, por unanimidade, pela 2ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Livre de uma punição maior, o Galo da Borborema terá que pagar uma multa de R$ 900. Já o massagista do time paraibano, Alisson Almeida Silva, está suspenso por uma partida.

Ao Treze foi aplicado o Artigo 206 do CBJD, que fala sobre “Dar causa ao atraso do início da realização de partida, prova ou equivalente, ou deixar de apresentar a sua equipe em campo até a hora marcada para o início ou reinício da partida”, enquanto que o massagista Alisson Almeida foi enquadrado no Artigo 258: “Assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva não tipificada pelas demais regras do Código”.

A ação é referente ao jogo entre o time paraibano e o Itabaiana-SE, que aconteceu no dia 6 de maio deste ano, no estádio Presidente Vargas, válido pela terceira rodada da Série D do Campeonato Brasileiro.

Na ocasião, o árbitro sul-mato-grossense Paulo Henrique de Melo Salmazio relatou na súmula do jogo que, aos 13 minutos do primeiro tempo, duas bombas foram arremessadas em direção ao local onde estava o árbitro assistente Marcos dos Santos Brito. A Polícia Militar identificou que os explosivos foram jogados de fora para dentro do estádio, inclusive ferindo um torcedor identificado como Walmir Feliciano de Lucena, que precisou ser atendido por uma equipe médica.

No segundo tempo, novos episódios aconteceram no Presidente Vargas. Paulo Henrique Salmazio também disse que, aos 30 minutos do segundo tempo expulsou o massagista Alisson Almeida Silva “por durante o atendimento ao jogador de sua equipe (…), deixando de exercer sua função, foi tirar satisfação com o goleiro adversário, alegando que o mesmo tinha encostado no médico da sua equipe, tendo que ser contido por jogadores de sua equipe. Devido a esse fato, ocasionou um princípio de tumulto entre os jogadores. Após o ocorrido, a equipe de arbitragem tomou as medidas necessárias”, escreveu o árbitro.

Ainda durante o jogo, cinco minutos depois da confusão entre massagista e goleiro, o árbitro descreveu que “aos 35 minutos do segundo tempo foi arremessado para dentro do campo de jogo um copo de plástico, contendo um líquido de cor amarela, vindo da

direção da torcida do Treze Futebol Clube”. Paulo Henrique relatou que o árbitro assistente Marcos dos Santos Brito ainda chegou a ser atingido líquido, mas logo depois, um torcedor identificado como Esmeraldo Teberge Bezerra Neto se identificou, afirmando que ele havia arremessado o copo.

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