Juiz é condenado a 15 anos de prisão em julgamento popular por morte de companheira em Restinga Seca

O juiz aposentado Francisco Eclache Filho, de 69 anos, foi condenado a 15 anos de prisão em regime fechado pelo Tribunal do Júri, quando pessoas da comunidade participam da sentença, pela morte da companheira Madalena Dotto a tiros em Restinga Seca, na Região Central do Rio Grande do Sul. Ele responde por homicídio qualificado.
O julgamento teve início ainda na manhã de quarta-feira (6) e terminou apenas durante a noite.
De acordo com o Ministério Público, o juiz aposentado matou a companheira por ciúme. Conforme a denúncia, na noite do assassinato, ele pegou as chaves do portão eletrônico da garagem da casa da filha de Madalena, impedindo que ela saísse de casa. Com um revólver calibre 38, deu quatro tiros na mulher, acertando na cabeça, peito e costas.
O juiz confessou o crime, no entanto, justificou que os disparos que atingiram a mulher foram acidentais.
O casal havia se conhecido pela internet cerca de um ano antes do assassinato. Depois do crime, o juiz aposentado ainda tentou fugir para Minas Gerais de carro, mas acabou sofrendo um acidente e foi preso.
A família da vítima diz que o homem tinha muito ciúme e chegou a proibir a mulher de ter redes sociais, além de restringir as saídas com amigos.
G1

O juiz aposentado Francisco Eclache Filho, de 69 anos, foi condenado a 15 anos de prisão em regime fechado pelo Tribunal do Júri, quando pessoas da comunidade participam da sentença, pela morte da companheira Madalena Dotto a tiros em Restinga Seca, na Região Central do Rio Grande do Sul. Ele responde por homicídio qualificado.
O julgamento teve início ainda na manhã de quarta-feira (6) e terminou apenas durante a noite.
De acordo com o Ministério Público, o juiz aposentado matou a companheira por ciúme. Conforme a denúncia, na noite do assassinato, ele pegou as chaves do portão eletrônico da garagem da casa da filha de Madalena, impedindo que ela saísse de casa. Com um revólver calibre 38, deu quatro tiros na mulher, acertando na cabeça, peito e costas.
O juiz confessou o crime, no entanto, justificou que os disparos que atingiram a mulher foram acidentais.
O casal havia se conhecido pela internet cerca de um ano antes do assassinato. Depois do crime, o juiz aposentado ainda tentou fugir para Minas Gerais de carro, mas acabou sofrendo um acidente e foi preso.
A família da vítima diz que o homem tinha muito ciúme e chegou a proibir a mulher de ter redes sociais, além de restringir as saídas com amigos.
G1