Caso Vitória: Polícia apreende celulares dos pais

celular2Os celulares dos pais e de testemunhas que prestaram depoimentos sobre o caso Vitória Gabrielly, em Araçariguama (SP), foram apreendidos pela Polícia Civil nesta quarta-feira (21). A menina, de 12 anos, foi encontrada morta oito dias após desaparecer.
De acordo com a polícia, por enquanto não há suspeitas sobre membros da família, mas os aparelhos serão periciados. A investigação apreendeu os celulares dos pais, madrasta, parentes e amigos da menina.
Rosana Guimarães, mãe da menina Vitória, ficou durante uma hora e meia prestando esclarecimentos à polícia e saiu sem dar entrevista. O pai, João Alberto Vaz, ficou mais de quatro horas na delegacia e disse que está colaborando para que os culpados sejam encontrados pela polícia.
A gente está muito fragilizado, nesse momento queremos encontrar quem possa ter feito mal à Vitória. Estamos colaborando e eu acredito no trabalho da polícia”, afirmou.
Um homem que trabalha no ginásio de esportes da cidade, onde a menina Vitória foi vista perto andando de patins, também foi ouvido pela polícia.
O servente de pedreiro que disse ter estado com a garota no dia do desaparecimento continua preso temporariamente. O rapaz, morador de Mairinque, teve a prisão prorrogada por mais de 30 dias na terça-feira (19).
G1

celular2Os celulares dos pais e de testemunhas que prestaram depoimentos sobre o caso Vitória Gabrielly, em Araçariguama (SP), foram apreendidos pela Polícia Civil nesta quarta-feira (21). A menina, de 12 anos, foi encontrada morta oito dias após desaparecer.
De acordo com a polícia, por enquanto não há suspeitas sobre membros da família, mas os aparelhos serão periciados. A investigação apreendeu os celulares dos pais, madrasta, parentes e amigos da menina.
Rosana Guimarães, mãe da menina Vitória, ficou durante uma hora e meia prestando esclarecimentos à polícia e saiu sem dar entrevista. O pai, João Alberto Vaz, ficou mais de quatro horas na delegacia e disse que está colaborando para que os culpados sejam encontrados pela polícia.
A gente está muito fragilizado, nesse momento queremos encontrar quem possa ter feito mal à Vitória. Estamos colaborando e eu acredito no trabalho da polícia”, afirmou.
Um homem que trabalha no ginásio de esportes da cidade, onde a menina Vitória foi vista perto andando de patins, também foi ouvido pela polícia.
O servente de pedreiro que disse ter estado com a garota no dia do desaparecimento continua preso temporariamente. O rapaz, morador de Mairinque, teve a prisão prorrogada por mais de 30 dias na terça-feira (19).
G1