Polícia pede prisão preventiva de trio suspeito de matar menina Vitória

A Polícia Civil pediu nesta sexta-feira (6) a prisão preventiva do servente de pedreiro Júlio César Lima Ergesse e do casal Bruno Marcel de Oliveira e Mayara Borges de Abrantes. Eles são suspeitos de participar do assassinato da adolescente Vitória Gabrielly, de 12 anos, em Araçariguama, cujo corpo foi encontrado em 16 de junho.
Os três já estavam presos temporariamente, e podiam ser soltos caso expirasse o prazo previsto. Agora, com a prisão preventiva pedida pela polícia, a Justiça pode mantê-los presos até o julgamento.
A polícia já entregou o inquérito sobre o caso ao Ministério Público de São Roque (SP). Como o caso está sob sigilo da Justiça, os detalhes sobre o papel de cada suspeito na autoria do crime não foram divulgados, bem como o teor dos depoimentos de quase 100 pessoas ouvidas.
Na terça-feira (3), a polícia informou que Vitória foi morta por engano em um acerto de contas por uma dívida de R$ 7 mil de tráfico de drogas. A motivação do crime foi relevada por uma testemunha ouvida pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

Investigação
Com base nos depoimentos e provas periciais, a polícia prendeu os três suspeitos de participação no crime. Eles foram indiciados por homicídio doloso, quando há intenção de matar.
O primeiro suspeito preso pela morte de Vitória foi o servente de pedreiro Júlio César Lima Erguesse, de 24 anos, localizado após uma denúncia. O rapaz chegou a dar seis versões sobre o desaparecimento da menina.
Já o casal foi preso dias depois, em casa, no bairro Três Lagoinhas, em Mairinque (SP).
G1

A Polícia Civil pediu nesta sexta-feira (6) a prisão preventiva do servente de pedreiro Júlio César Lima Ergesse e do casal Bruno Marcel de Oliveira e Mayara Borges de Abrantes. Eles são suspeitos de participar do assassinato da adolescente Vitória Gabrielly, de 12 anos, em Araçariguama, cujo corpo foi encontrado em 16 de junho.
Os três já estavam presos temporariamente, e podiam ser soltos caso expirasse o prazo previsto. Agora, com a prisão preventiva pedida pela polícia, a Justiça pode mantê-los presos até o julgamento.
A polícia já entregou o inquérito sobre o caso ao Ministério Público de São Roque (SP). Como o caso está sob sigilo da Justiça, os detalhes sobre o papel de cada suspeito na autoria do crime não foram divulgados, bem como o teor dos depoimentos de quase 100 pessoas ouvidas.
Na terça-feira (3), a polícia informou que Vitória foi morta por engano em um acerto de contas por uma dívida de R$ 7 mil de tráfico de drogas. A motivação do crime foi relevada por uma testemunha ouvida pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

Investigação
Com base nos depoimentos e provas periciais, a polícia prendeu os três suspeitos de participação no crime. Eles foram indiciados por homicídio doloso, quando há intenção de matar.
O primeiro suspeito preso pela morte de Vitória foi o servente de pedreiro Júlio César Lima Erguesse, de 24 anos, localizado após uma denúncia. O rapaz chegou a dar seis versões sobre o desaparecimento da menina.
Já o casal foi preso dias depois, em casa, no bairro Três Lagoinhas, em Mairinque (SP).
G1