Polícia apresenta arsenal dos suspeitos de explodir carro-forte

Os armamentos e equipamentos apreendidos pela polícia durante a prisão dos homens suspeitos de explodir um carro-forte nesta segunda-feira (6), impressionam pelo alto poder de destruição. Entre elas estão três pistolas Glock 9mm, uma pistola .40, uma Barret .50 e 16 carregadores, quatro fuzis – sendo dois AK-47 e dois 762 -, juntamente com 33 carregadores de fuzis e mais de 1.400 munições. Nenhuma das armas é de fabricação nacional. Além disso, o grupo criminoso também estava em poder de explosivos para detonação de carros-fortes e caixas eletrônicos, sendo 6 bananas de dinamites prontas para serem detonadas e um metalon (espécie de detonador utilizado para destruir carros-fortes).
De acordo com a polícia, uma denúncia foi recebida informando que o grupo estava escondido em um sítio em Lucena e ao chegar no local foram recebidos a tiros. O capitão Giuseppe Bruno, comandante da Companhia de Choque, relatou que foi montada uma operação no local e após uma hora de troca de tiros os bandidos decidiram se render.
Ao ser questionado pela imprensa se os criminosos estavam em superioridade de armamentos em relação à polícia militar, o capitão informou que não, pois a operação contava com um vasto número de policiais e forte armamento, exceto a .50 que os suspeitos portavam e que é uma artilharia antiaérea com alto poder de fogo.
Os quatro homens presos são acusados de participar de uma facção criminosa com inúmeras ramificações em quase todo o país. São eles: Antônio Arcênio de Andrade, de 24 anos, da cidade de Bom Sucesso; Romário Gomes Silveira, de 29 anos, natural de Campina Grande; Livaci Muniz da Silva, de 34 anos, popularmente conhecimento como “Galeguinho”, de acordo com a polícia ele possui 4 mandados de prisão e é o principal acusado de assassinar um gerente dos Correios no Rio Grande do Norte; e Vanilson Pereira de Macedo, de 31 anos, natural de Boqueirão.
A delegada do Grupo de Operações Especiais que está responsável pelo caso, Karina Torres, informou que a polícia civil trabalha agora para comprovar a participação dos suspeitos em outros crimes. Durante a rendição, os homens solicitaram a presença da imprensa, advogados e da esposa de um dos criminosos.
OP9

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